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Várzea Grande recepciona vencedores dos Jogos Estudantis e Escolares

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Os 151 alunos de 12 a 17 anos desfilaram em um trio elétrico pelas principais ruas da cidade na noite de ontem (12)

Pela primeira vez na história do Desporto Escolar de Várzea Grande, os atletas campeões dos Jogos Estudantis e Escolares disputado em Araputanga (a 329 quilômetros de distância), são recepcionados pelas autoridades municipais, como a prefeita Flávia Moretti (PL). Os 151 alunos de 12 a 17 anos desfilaram em um trio elétrico pelas principais ruas da cidade na noite de ontem (12).

Com o apoio da Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros, os quatro ônibus com as delegações de Várzea Grande, iniciaram o percurso triunfal no Trevo do Lagarto, seguindo pela Avenida Júlio Campos, Couto Magalhães, Filinto Müller, e pelas ruas Livramento e Capitão Costa, contornando a Avenida Castelo Branco, e finalizando no Ginásio Fiotão.

Após a passeata, os atletas campeões, vices e terceiros colocados no certame Estudantil/Escolar, foram recebidos por um público de 400 pessoas (entre familiares e representantes das escolas) que acompanharam a cerimônia até o final.

Em seu discurso, a prefeita enfatizou a importância de valorizar os estudantes do Município, visando um futuro promissor no esporte. “E vocês (alunos/atletas) são com certeza inspiradores, vocês são o orgulho! O orgulho de Várzea Grande, um pedacinho do Brasil e um pedacinho de Várzea Grande”.

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Para o superintendente de Esportes e Lazer, Héliton Gomes, o momento é de comemorar não só o título, mas um bom fruto colhido através do trabalho árduo de muita dedicação de cada profissional envolvido. “É com muita alegria que recebemos nossos atletas campeões dos Jogos Escolares e Estudantis Mato-grossenses. Eles são o reflexo do trabalho sério que estamos desenvolvendo no esporte em Várzea Grande. Cada troféu e medalha conquistada representa dedicação, disciplina e superação. Hoje saudamos com orgulho e queremos parabenizar não só os atletas, mas também os técnicos, professores, pais e toda a equipe da Superintendência de Esportes e Lazer”, destacou.

A delegação várzea-grandense contou com apoio de professores especializados de cada modalidade, além do chefe de delegação, Erasmo Ribeiro da Costa, responsável pela parte burocrática, de confirmação das equipes junto ao Comissão Central Organizador (CCO), principalmente zelando pela integridade dos atletas em Araputanga.

CATEGORIAS VENCEDORAS – Confira como ficou a premiação de cada categoria do município nos Jogos Estudantis e Escolares de Araputanga:

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FUTSAL

Feminino – Categoria A (15 a 17 anos) – Campeão

Feminino – Categoria B (12 a 14 anos) – Campeão

Masculino – Categoria B (12 a 14 anos) – Campeão

BASQUETEBOL

Masculino Categoria B (12 a 14 anos) – Campeão

Masculino Categoria A (15 a 17 anos) – 2° Lugar

VOLEIBOL

Feminino Categoria A (15 a 17 anos) – 2° Lugar

Masculino Categoria B (12 a 14 anos) – 3° Lugar

HANDEBOL

Masculino Categoria A (15 a 17 anos) – 2° Lugar

Feminino Categoria A (15 a 17 anos) – 3° Lugar

Feminino categoria B (12 a 14 anos) – 2° Lugar

Masculino Categoria B (12 a 14 anos) – 2° Lugar

Cada categoria foi representada pelas escolas: Escola Estadual Fernando Leite de Campos, Escola Estadual Marlene Marques, Escola Estadual Honório Rodrigues, Escola Estadual Jaime Verissimo de Campos Junior, SESI Escola e Colégio Adventista.

A cerimônia de recepção dos atletas várzea-grandenses vencedores dos Jogos Estudantis e Escolares, contou com a presença do superintendente de Cultura Leandro Manduca e da superintendente Pedagógica Majô Dias.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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