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Sine de Várzea Grande amplia oportunidades e fortalece geração de empregos

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De janeiro a outubro deste ano, o Sine de Várzea Grande, vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, registrou 2.834 vagas oferecidas e 1.753 pessoas encaminhadas ao mercado de trabalho. Os números mostram o fortalecimento da economia local e a eficiência do serviço, que atua como um elo direto entre empresas e profissionais.

Localizado no segundo andar do Várzea Grande Shopping, o Sine tem sido referência em agilidade e proximidade com o setor empresarial. Grandes marcas instaladas no município reconhecem a importância da unidade, que facilita o recrutamento e a seleção de mão de obra local.

O empresário Renan dos Santos Tonon, proprietário da loja de rupas Tonon, que conta atualmente com três lojas em Várzea Grande, destacou o papel do Sine no processo de contratação. “Todas as nossas vagas são divulgadas por meio do Sine de Várzea Grande. Isso agiliza muito, porque eles já fazem o encaminhamento dos currículos e indicam candidatos que moram próximos das lojas. Hoje, praticamente todo o nosso quadro é formado por moradores da cidade”, afirmou.

Já o gerente Ângelo de Andrade Neto, da loja Torra, destacou que a unidade de Várzea Grande é a primeira loja da marca no estado de Mato Grosso, e a escolha pelo município foi estratégica. “Escolhemos Várzea Grande por ser uma cidade em crescimento, com boa estrutura, localização privilegiada e um shopping em plena expansão, ao lado do aeroporto. Vimos aqui uma oportunidade de estar perto de um público consumidor em ascensão e de um comércio que só cresce”, explicou.

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Ele reforçou também a importância da parceria com o Sine. “A gente tem um contato direto com o Sine que funciona dentro do próprio shopping. Divulgamos as vagas lá e eles encaminharam os candidatos de forma muito rápida. Atualmente, temos 45 colaboradores diretos e cerca de 60 pessoas envolvidas nas operações, entre funcionários e prestadores de serviço. A maioria é de Várzea Grande, o que mostra a força do comércio local e o papel essencial do Sine nesse processo”, destacou.

Para o secretário Mário Quidá Neto, o resultado positivo é reflexo da aproximação entre o poder público e o setor privado. “O Sine é um instrumento que garante resultados concretos. A equipe está diariamente em contato com os lojistas, com empresas de todos os portes, e isso tem permitido que mais várzea-grandenses conquistem emprego e renda sem precisar sair da cidade. Realizamos também mutirões de emprego com parceiros, estamos atentos às vagas pra PCDs e queremos sempre melhorar”, pontuou.

A prefeita Flávia Moretti (PL) afirmou que investir em qualificação e empregabilidade é uma das prioridades da gestão. “Queremos que as pessoas encontrem oportunidades aqui, perto de casa. O Sine tem desempenhado um papel essencial nesse sentido, e os números mostram o quanto Várzea Grande está crescendo com responsabilidade e desenvolvimento social”, disse.

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O vice-prefeito Tião da Zaeli (PL) reforçou o compromisso da administração com a geração de empregos. “Estamos vendo empresas acreditarem em Várzea Grande e ampliarem seus investimentos. Isso é fruto de uma gestão que planeja, apoia o empreendedor e cuida das pessoas”, concluiu.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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