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Público prestigia 6º Quero Mais Cultura e lota praça Antônio Sotero de Almeida

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Ações como essa são importantes para levar lazer e entretenimento aos bairros, durante todo ano, a todo Município

O Parque do Lago recebeu no último dia 14, a segunda edição do projeto 6º Quero Mais Cultura – Cultura da Paz, que levou muito entretenimento, diversão, serviços e arte para o público daquela localidade. O evento ocorreu dentro de todas as condições de segurança, tranquilidade e contou com a presença do vice-prefeito, Tião da Zaeli.

O projeto 6º Quero Mais Cultura – Cultura da Paz é uma iniciativa do Instituto Leverger, Nico e Lau Produções, em parceria com a Federação dos Conselhos Municipais de Segurança de Mato Grosso (Feconseg) e apoio da Associação dos Moradores do Mapim, Assembleia Legislativa de Mato Grosso (emenda parlamentar do Dep. Paulo Araújo) e governo do Estado, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, que busca fortalecer a cultura da paz por meio de ações cívico-sociais e culturais, proporcionando entretenimento de qualidade e promovendo integração entre comunidade, arte e segurança pública.

Desde o final da tarde, o público começou a chegar na praça para participar do evento que seria encerrado com a apresentação da dupla humorística consagrada em Mato Grosso, Nico e Lau com um show de bom humor, muita música, piadas e interação com a plateia.

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Além das Secretarias de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, o evento contou com a participação das secretarias de Governo, de Saúde, Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Defesa Social, Comunicação, além da Guarda Municipal, Polícia Ambiental, Polícia Civil, Força Tática, Secretaria de Estado de Segurança Pública e clubes de colecionadores de carros antigos.

De acordo com a superintendente de Cultura da SMECEL, Ana Helena Paroli, a gestão da cultura está sendo fomentada, com a valorização das tradições culturais e a identidade do povo de Várzea Grande. Paroli destacou que ações como a do 6º Quero Mais Cultura são importante para levar o lazer e o entretenimento para os bairros e ações como essa serão desenvolvidas durante todo o ano no município.

O presidente do Instituto Leverger, Lioniê Vitório, disse que a intenção seria a realização de shows com a dupla Nico e Lau todos os meses nos bairros de Várzea Grande para fomentar a ‘Cultura da Paz’, “além do ‘Quero Mais Cultura’ temos outros projetos como o ‘Identidades’ e o ‘Conexões’. São projetos que podem ser inseridos, além do Quero Mais Cultura” explicou.

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O secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Pe. Edson Sestari participou do evento e interagiu com a dupla Nico e Lau em uma homenagem a comunidade gaúcha que vive em Mato Grosso. “Para nós é uma grande alegria poder participar e proporcionar aos moradores um momento de lazer e entretenimento com tanta qualidade como é o trabalho dos artistas que levam a cultura várzea-grandense e a mato-grossense para toda comunidade” declarou.

O vice-prefeito Tião da Zaeli também participou e interagiu com a dupla, que fez questão da parceria em um número musical. Bem-humorado, Zaeli participou da brincadeira reforçando que a gestão está focada em resolver os problemas herdados pela administração anterior. “Estamos trabalhando com seriedade para respondermos as demandas sem esquecer das atividades da Cultura e do Lazer para nossa comunidade” reforçou.

A próxima edição do projeto 6º Quero Mais Cultura – Cultura pela Paz será realizada no próximo dia 29 de março, a partir das 19h no bairro José Carlos Guimarães, em frente ao miniestádio Edemir Ragazzi Júnior.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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