CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

VÁRZEA GRANDE

Centro Municipal João Ribeiro comemora Semana da Criança com atividades e Projeto de Cinoterapia

Publicados

VÁRZEA GRANDE

Crianças atendidas pelo Centro participaram de várias atividades como dança, jogos interativos, sessão de cinema, pula-pula, brinquedoteca, pintura, teatro de fantoches e contação de histórias

O Centro Municipal de Atendimento e Apoio à Inclusão João Ribeiro Filho (CMAEAPI), promoveu de 13 a 17 de outubro, a semana de atividades em comemoração à Semana da Criança. Uma programação especial foi elaborada em homenagem ao Dia da Criança, celebrado no último dia 12 de outubro.

De acordo com a coordenadora, professora Maria Eliete Scoca de Souza, durante a semana as crianças atendidas pelo Centro participaram de várias atividades como dança, jogos interativos, sessão de cinema, pula-pula, brinquedoteca, pintura, teatro de fantoches e contação de histórias.

Durante a semana, as crianças receberam também a visita de uma equipe do 2º Batalhão dos Corpo de Bombeiros Militar de Várzea Grande, que participou das atividades com o Projeto de Cinoterapia.

Segundo os militares, o Projeto de Cinoterapia “Cão Amigo”, desenvolvido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso (CBMMT), representa uma iniciativa de relevância social, terapêutica e institucional. A Intervenção Assistida por Animais (IAA), utiliza o vínculo estabelecido entre o ser humano e o cão como instrumento terapêutico e pedagógico capaz de promover estímulos físicos, cognitivos, emocionais e sociais de maneira integrada, lúdica e humanizada.

Leia Também:  Prefeitura disponibiliza telefone para solicitação de troca e reparo de lâmpadas em Várzea Grande

A coordenadora Eliete Scoca explicou que, no contexto das crianças atípicas — grupo que inclui indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Síndrome de Down, TDAH, paralisia cerebral e outras condições de desenvolvimento -, a cinoterapia atua como uma ferramenta poderosa de inclusão e reabilitação. “O contato com o cão, devidamente adestrado e conduzido por militares capacitados, desperta sentimentos de confiança, empatia e segurança, favorecendo a socialização, o foco, a comunicação e o controle emocional”.

A coordenadora reforçou ainda que, em termos pedagógicos, a metodologia aplicada nas sessões permite que as crianças interajam de forma espontânea e prazerosa, melhorando a coordenação motora, a concentração e a autoconfiança.

Em visita ao Centro, nesta sexta-feira, 17, o secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Igor Cunha, parabenizou a equipe do Centro João Ribeiro Filho pela iniciativa, participou de interações com as crianças participantes e reafirmou a importância do trabalho e do papel institucional no Município. “Várzea Grande tem um Centro Municipal que é referência no Estado de Mato Grosso totalmente adaptado e voltado às crianças que apresentam autismo, síndrome de Down, deficiência física, visual, auditiva, deficiência intelectual e outros transtornos como de hiperatividade (TDH), de leitura e escrita (dislexia) e de aprendizagem. Esses alunos recebem atendimento especializado nas áreas de psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, serviço social e psicomotricidade Aquática, por isso, é nossa missão fomentar essas ações e trabalhar para ampliar o atendimento aos estudantes da nossa rede municipal” destacou.

Leia Também:  Prefeitura mantém ‘mutirão’ de vacinação aos finais de semana em vários bairros

Atualmente, o Centro Municipal de Atendimento e Apoio à Inclusão João Ribeiro Filho (CMAEAPI), atende 517 alunos de toda rede municipal.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

VÁRZEA GRANDE

Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

Publicados

em

Por

.

Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

Leia Também:  Várzea Grande articula criação de entidade estadual de secretários de agricultura

Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

Leia Também:  Caixa Econômica Federal reprova 122 beneficiários em financiamento habitacional em Várzea Grande

MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA