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“Casa de Sarita no Seu Bairro” ofertou manhã de cuidados e afeto em homenagem ao Dia das Mães

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Nesse sábado, 11 de maio, o Residencial José Carlos Guimarães se transformou em um palco de acolhimento, cuidado e esperança para as mulheres dos bairros José Carlos Guimarães, Solares do Tarumã, Jacarandá, Jequitibá, Veredas, Nilda de Paula e Isabel Campos. Das 8h às 12h, o projeto “Casa de Sarita no Seu Bairro” realizou uma edição especial Dia das Mães, trazendo uma mescla de serviços e um abraço caloroso a todas as mães da região.

Idealizado pela primeira-dama de Várzea Grande e promotora de justiça, Kika Dorilêo Baracat, o evento foi mais do que um presente. Foi uma demonstração de cuidado e sensibilidade, trazendo os serviços da Casa de Sarita diretamente para a comunidade. Kika Baracat explicou que o projeto tem dois objetivos principais: divulgar a Casa para quem ainda não conhece seus serviços e levar uma mostra desses serviços até as mães que, durante a semana, não têm tempo para acessá-los.

“Esta ação foi cuidadosamente planejada como um presente significativo para a comunidade do José Carlos Guimarães, um gesto de carinho e apoio destinado a todas as mães que são o coração pulsante desses bairros. Queremos que cada mãe se sinta valorizada, amparada e reconhecida não apenas neste Dia das Mães, mas em todos os dias de sua jornada de amor e dedicação à família. E que elas saibam e conheçam que, se precisarem, existe a Casa de Sarita em Várzea Grande que está de portas abertas para recebê-las com acolhimento, cuidado e respeito”, afirmou a primeira-dama.

Nesse dia especial, histórias como a de Aline Gomes de Magalhães, moradora do Santa Isabel e mãe de Daniel Magalhães dos Santos, de seis anos, ganharam destaque. Aline, que enfrenta desafios com o atendimento de seu filho no CAPS, encontrou na Casa de Sarita um espaço para atualizar seu cadastro único e receber apoio psicológico, mostrando como o amor de mãe supera todas as dificuldades.

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Andriele Cristina de Almeida, moradora do bairro Solar Tarumã, já conhecia a Casa de Sarita e ressaltou a qualidade dos cursos oferecidos. Ela veio atualizar seu cadastro do Bolsa Família e do cartão de vacinas, mostrando como a Casa é um ponto de apoio fundamental para a comunidade.

Elenir Gonçalves de Almeida, 66 anos, moradora do José Carlos Guimarães, não estava familiarizada com a Casa de Sarita anteriormente. Embora tivesse recebido uma indicação médica para procurar atendimento de pilates lá, ainda não havia tido a oportunidade de fazê-lo. No entanto, durante esta edição especial que chegou ao seu bairro, ela aproveitou a oportunidade para conhecer e realizar sessões de acupuntura, buscando alívio para dores na coluna, desgaste no quadril, joelhos e omoplatas. Elenir destacou a qualidade do acolhimento, expressando sua satisfação ao dizer: ‘Se o tratamento que recebi aqui for igual lá na Casa de Sarita, então é maravilhoso! Estou encantada com tudo”.

A assessora especial do Gabinete de Apoio às Ações Transformadoras (GAAT), Samanta Fiorenza, ressaltou a diversidade de serviços oferecidos pela Casa de Sarita. “Nosso objetivo é oferecer uma gama diversificada de serviços que atendam não apenas às necessidades físicas, mas também emocionais e sociais das mulheres. No Casa de Sarita no Seu Bairro, as mães encontram desde atendimento médico e psicológico até oficinas de artesanato, espaço da beleza e programas de inserção social. Além disso, enquanto as mães são atendidas, as crianças desfrutam de um ambiente seguro e lúdico no Espaço Kids, com brincadeiras educativas e uma contadora de histórias para tornar a experiência ainda mais acolhedora e familiar”, pontuou.

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Na edição especial do Dia das Mães do projeto Casa de Sarita no Seu Bairro, foram disponibilizados os serviços de consultas médicas com coleta CCO, aferição de pressão e teste glicêmico, acupuntura, auriculoterapia, florais de Bach, vacinação e atendimento psicológico, visando o cuidado integral da saúde física e mental das mães participantes. Além disso, foram disponibilizados serviços de beleza, como tranças de cabelo, maquiagem e design de sobrancelha, com momentos de autocuidado e elevação da autoestima. As atividades também incluíram oficinas de artesanato, atualização do cadastro único, atualização do cartão de vacinação e justiça comunitária, oferecendo suporte e orientação em diferentes áreas da vida das participantes.

A Casa de Sarita não é apenas um centro de serviços, mas um refúgio de esperança e renovação. Com uma gama de terapias e atividades que visam o bem-estar físico, emocional e espiritual, a Casa se destaca como um local de transformação pessoal e comunitária. Cada mulher que passa por suas portas encontra não apenas tratamento, mas também uma rede de apoio e crescimento. Ela está localizada na Av. Presidente Artur Bernardes, 1332 – Vila Ipase, em Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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