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1.000 TITULARES E SUPLENTES TÊM SEUS NOMES DIVULGADOS PELA PREFEITURA DE VÁRZEA GRANDE

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Várzea Grande já tem os titulares e suplentes que serão contemplados com as 1.000 casas do Residencial Colinas Douradas e que a partir desta segunda-feira, 27 de novembro, serão atendidos em grupos de 40 escolhidos, sendo 20 pela manhã e 20 a tarde na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação para entrega de documentos e para formalizarem o financiamento junto a Caixa Econômica Federal, agente financeira oficial do Programa Minha Casa, Minha Vida.
“Fico imensamente feliz em saber que participei diretamente, seja como secretário da então prefeita Lucimar Sacre de Campos e agora como prefeito de minha terra natal, Várzea Grande para regularizar, promover o saneamento e poder entregar essas 1.000 residências para as famílias que terão um Natal de Luz e um Ano Novo que simboliza uma das maiores conquistas do ser humano, o lar para si e para sua família”, disse o prefeito Kalil Baracat.
Os sorteados foram definidos após cumprirem todas as exigências legais previstas pelo Governo Federal através de decisões do Ministério das Cidades e do Agente Financeiro oficial, no caso a Caixa Econômica Federal.
Kalil Baracat demonstrou ainda confiança de que o atual Governo Federal vai retomar outras obras que se encontram paralisadas em Várzea Grande, como dos Residenciais Padre Aldacir e Isabel Campos, além de lançar outras obras que são fundamentais para se reduzir o déficit habitacional estimado entre 15 mil até 30 mil habitações.
“Quando falo da minha satisfação é porque o Colinas Douradas passou por altos e baixos como três empresas vencedoras do processo licitatório terem alegado Recuperação Judicial e abandonado as obras, a invasão de todas as unidades em 2020, a desintrusão determinada pela Justiça Federal e a falta de obras complementarem que impediam a entrega das casas e protelaram o seu destino por vários anos.
“A gente se sente com o dever cumprido em ter trabalhado pelo melhor para essas 1.000 famílias e provavelmente 4 mil pessoas, levando em consideração uma família de quatro pessoas e isto renova nossas expectativas de que novas obras virão, novas retomadas irão acontecer e mais pessoas serão beneficiadas com o lar, com a dignidade de um teto para morar”, comemorou o prefeito nas primeiras horas deste domingo quando foram conhecidos os vencedores do sorteio realizado na noite de sábado pela Loteria Federal.
O secretário de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, Ricardo Azevedo Araújo, frisou que além do esforço e dedicação da gestão pela retomada das obras, ficou satisfeito pelos resultados no processo de escolha até a destinação final dos moradores, já que a demanda por novas residências e grande e as pessoas precisam passar por todo um processo de seleção até a definição.
“Temos que trabalhar e colocar em prática novas obras para que mais e mais famílias sejam contempladas. Essas é a nossa missão e a determinação do prefeito Kalil Baracat, ou seja, na medida do possível dar o direito de todos terem um lar”, frisou o titular da pasta.
Ele lembrou que a partir desta segunda-feira, 27 de novembro, na sede da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, haverá a recepção dos documentos dos sorteados, sendo 20 pela manhã e 20 a tarde até que todos os contemplados sejam atendidos ou havendo problemas sejam substituídos por suplentes, ou seja, ou suplentes existem para havendo problema com o titular ele o substitua sem a necessidade de um novo sorteio.
“Vamos a partir de agora receber documentos, fazer a checagem final, promover a assinatura do financiamento junto a Caixa Econômica Federal para que o quanto antes os contemplados possam assumir em definitivo suas casas”, disse Ricardo Azevedo Araújo.
Kalil Baracat assinalou que vai tentar montar uma força tarefa que permita para ainda em dezembro, momento de cesta e congraçamento essas famílias possam desfrutar deste presente, um lar definitivo.

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Anexos:

Titulares

Suplentes

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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