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Tocantins reelege Eduardo Gomes e elege Alexandre Guimarães ao Senado

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selo_eleicoes_claro.jpgO Tocantins reelegeu Eduardo Gomes (PL) e elegeu o atual deputado federal Alexandre Guimarães (MDB) para as duas vagas do estado no Senado. Eles terão mandato de 2027 até 2035. 

Eduardo Gomes, de 60 anos, é natural de Estância (SE). Iniciou a carreira política como vereador de Palmas, cargo que exerceu de 1997 a 2003. Foi deputado federal por três mandatos, entre 2003 e 2015, e secretário estadual em 2019. Desde o mesmo ano, exerce mandato de senador pelo Tocantins. 

No Senado, Eduardo Gomes apresentou propostas relacionadas a desenvolvimento regional, administração pública, educação e economia. Entre elas, está um projeto de lei que transfere para o domínio do Tocantins terras pertencentes à União localizadas no estado.

Seus suplentes são Luiz Pastore (PL) e Lusinete Bispo (PL).

O senador eleito Alexandre Guimarães tem 40 anos, é natural de Araguaína (TO), advogado e produtor agropecuário. Antes de chegar à Câmara dos Deputados, foi vice-prefeito de Novo Repartimento (PA), entre 2017 e 2020. Em 2022, foi eleito deputado federal pelo Tocantins, cargo que exerce desde fevereiro de 2023.

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Na Câmara, Alexandre Guimarães apresentou propostas e participou de votações em diferentes áreas. Sua atuação parlamentar inclui iniciativas relacionadas à infraestrutura e ao desenvolvimento regional, além da destinação de recursos federais para municípios tocantinenses.

Ele tem como suplentes Igor Danin e Thiago Simas, ambos do MDB.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Fim da 6×1: Senado pode concluir 1º turno da votação em mais duas sessões

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A votação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição que põe fim à jornada de trabalho 6×1 pode ser concluída na quarta-feira (15). A PEC 221/2019 está em discussão no Plenário do Senado, após ser aprovada pela Câmara dos Deputados por ampla maioria. 

A PEC, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais sem corte de salários, foi debatida pelos senadores nesta semana por três sessões seguidas. Restam agora mais duas sessões de discussão para que a proposta seja votada em primeiro turno, o que pode acontecer já na quarta-feira, quando se dará a quinta e última sessão de discussão em primeiro turno. No dia anterior, terça-feira (13), deve ocorrer a quarta sessão de discussão.

Depois do primeiro turno, de acordo com o regimento do Senado, a proposta ainda terá que ser debatida em outras três sessões de discussão, para ser votada em segundo turno. Seguindo o rito tradicional, a votação da PEC do fim da 6×1 ainda poderia ser concluída em outubro.

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A proposta já recebeu 36 emendas, todas rejeitadas pelo relator, o senador Omar Aziz (PSD-AM). Senadores ainda podem apresentar outras emendas em Plenário, entretanto.

Calendário especial

Na quarta-feira (7), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que a votação poderia ocorrer antes disso, caso senadores apresentem requerimento de calendário especial para a PEC.

De acordo com Davi, não há requerimento com essa finalidade apresentado à Mesa. Ele garantiu que, caso seja apresentado, o requerimento será incluído na pauta para deliberação, como ocorre com proposições semelhantes.

— Se o requerimento aparecer, eu vou colocar para deliberação, e o Plenário é soberano, a vontade da maioria vai prevalecer — disse Davi à imprensa.

Para ser aprovada, uma proposta de emenda à Constituição precisa passar por cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno, e por mais três sessões de discussão para votação em segundo turno, tudo no Plenário. 

A primeira sessão de discussão da proposta foi na terça-feira (6) e a segunda, na quarta-feira (7). A terceira sessão de discussão da PEC aconteceu na quinta-feira (8).

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Durante a semana, a líder do governo no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), disse que está coletando assinaturas para um requerimento de calendário especial, para acelerar a tramitação da proposta. Com isso, haveria a possibilidade de a PEC do fim da 6×1 ter sua votação concluída na penúltima semana de outubro.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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