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Sinop conquista 1º lugar nacional com Programa Habitacional Nossa Casa

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação, conquistou o primeiro lugar na categoria Desenvolvimento e Execução na Habitação Social durante o 8º Congresso Brasileiro de Habitação Social e Regularização Fundiária. O reconhecimento foi concedido ao Programa Habitacional Nossa Casa, iniciativa que reúne ações do Município, do Governo de Mato Grosso e do Governo Federal para ampliar o acesso à moradia para famílias de baixa e média renda.

O congresso foi realizado em Foz do Iguaçu, no Paraná, e reuniu gestores públicos, especialistas e representantes do setor para discutir políticas habitacionais, regularização fundiária e planejamento urbano. Durante o evento, projetos e iniciativas com resultados na área também foram reconhecidos.

Para o secretário municipal de Planejamento Urbano e Habitação, Luiz Magnani, a premiação representa o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo Município para ampliar o acesso à moradia. “Esse primeiro lugar demonstra que Sinop está no caminho certo na construção de políticas públicas habitacionais. É um reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo Município, às parcerias construídas e, principalmente, aos resultados que estamos alcançando ao criar oportunidades para que mais famílias possam conquistar a casa própria”, destacou.

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Programa Nossa Casa
 
Criado em 2022, o Programa Habitacional Nossa Casa tem como objetivo ampliar as oportunidades de acesso à casa própria e contribuir para a redução do déficit habitacional em Sinop.
 
A iniciativa prevê a construção de 992 unidades habitacionais, distribuídas em oito empreendimentos, implantados em áreas destinadas pelo Município que somam mais de 83 mil metros quadrados.
 
A Prefeitura participa do programa com a doação dos terrenos, cujo investimento ultrapassa R$ 28 milhões. A medida contribui para reduzir o custo dos empreendimentos e, somada aos subsídios dos programas Ser Família Habitação e Minha Casa, Minha Vida, amplia as possibilidades de aquisição dos imóveis.
 
Outro ponto do programa é a localização dos empreendimentos, planejados em regiões próximas à estrutura urbana, com acesso a escolas, unidades de saúde, transporte coletivo e outros serviços.
 
Entre os empreendimentos em estágio mais avançado estão o Jardim Califórnia e os residenciais Parque Amazonas I e II. Também fazem parte do programa os residenciais Pienza, Gente Feliz I e II, além das áreas Morumbi e Belvedere. Novas etapas também estão previstas com os empreendimentos Moriá e Panamby I e II.
 
Moradia para famílias de menor renda
 
Embora o programa contemple famílias com renda de até R$ 8.600, cerca de 50% dos contratos foram firmados por famílias com renda de até três salários mínimos. Outros 24% pertencem à Faixa 1, destinada a famílias com renda de até R$ 3.200.
 
Em alguns casos, os subsídios ultrapassaram R$ 100 mil, permitindo que famílias que teriam dificuldades para adquirir um imóvel pelas condições convencionais do mercado tenham acesso à casa própria.
 
A premiação recebida ontem (27) coloca Sinop em evidência nacional e reconhece o modelo desenvolvido pelo Município para ampliar o acesso à habitação por meio de planejamento, investimentos públicos e parcerias entre os governos municipal, estadual e federal.
 

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Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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