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Várzea Grande reforça parque de máquinas com novos veículos

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Investimento superior a R$ 1,7 milhão fortalece serviços urbanos e apoio à agricultura familiar no Município

Em menos de 24 horas após a entrega de tratores destinados à agricultura familiar, Várzea Grande recebeu nesta sexta-feira (6), novos investimentos em equipamentos para reforçar as ações de serviços públicos. Ao todo, mais de R$ 1,7 milhão em veículos e máquinas foram destinados ao Município por meio de emenda parlamentar do deputado federal Coronel Assis (UB), contemplando as Obras e Agricultura Familiar.

Com os novos recursos, a cidade passa a contar com cinco novos equipamentos, sendo duas pás carregadeiras, uma retroescavadeira e dois tratores. As pás carregadeiras representam investimento de R$ 1.070.000,00, enquanto a retroescavadeira foi adquirida por R$ 415.000,00. Já os dois tratores somam R$ 282.600,00.

Os equipamentos irão reforçar os trabalhos de infraestrutura urbana, manutenção de estradas, recuperação de vias, limpeza de córregos e apoio direto à agricultura familiar, ampliando a capacidade de atendimento das equipes municipais e contribuindo para o desenvolvimento da cidade.

A prefeita Flávia Moretti (PL) comemorou a chegada dos novos equipamentos e destacou que os investimentos fortalecem o trabalho da gestão municipal na recuperação da infraestrutura e na melhoria dos serviços prestados à população, tanto da zona urbana, quanto da rural.

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“Recebo com muita alegria mais três máquinas destinadas a Várzea Grande por meio das emendas do deputado Coronel Assis. Esses equipamentos chegam em um momento importante e vão reforçar o trabalho que estamos realizando na recuperação da malha asfáltica, nas estradas vicinais, no patrolamento e também na limpeza dos nossos córregos. São máquinas que vão nos ajudar muito a manter o município organizado e garantir melhores condições para a população. Agradeço ao deputado Coronel Assis pelo apoio e por acreditar no trabalho que estamos desenvolvendo em Várzea Grande”, afirmou a prefeita.

Na quinta-feira (5), dois tratores destinados a Várzea Grande foram entregues durante evento que contemplou também outros municípios do estado. Cada equipamento está avaliado em R$ 141,3 mil. No total, 21 tratores foram distribuídos para 19 cidades, adquiridos por meio de emenda parlamentar que somou R$ 2,9 milhões em investimentos.

Para o deputado federal Coronel Assis, a destinação dos equipamentos representa um compromisso com o desenvolvimento local e com melhores condições de trabalho tanto no campo quanto na cidade.

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“O investimento em máquinas e equipamentos fortalece a capacidade de atendimento do Município e contribui diretamente para melhorar a qualidade de vida da população. Várzea Grande é a cidade onde cresci, onde moro e onde mantenho meu gabinete institucional como deputado federal. Tenho um compromisso muito forte com o povo várzea-grandense e trabalhar para trazer investimentos como esses é uma forma concreta de contribuir com o desenvolvimento da cidade”, destacou.

Com a chegada dos novos equipamentos, a Prefeitura reforça sua estrutura operacional e amplia a capacidade de atuação em diversas frentes de serviço, beneficiando diretamente bairros urbanos, comunidades rurais e produtores da agricultura familiar do Município.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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