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Várzea Grande amplia rede de pontos de ônibus com 34 novos abrigos entregues

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, entregou 34 novos abrigos de ônibus em diversos bairros do município. A ação faz parte do plano de modernização da mobilidade urbana, que prevê a expansão da rede de pontos e a revitalização das estruturas já existentes.

Os novos abrigos contam com cobertura metálica, laterais fechadas e bancos, garantindo mais conforto e proteção contra sol e chuva para os usuários do transporte coletivo. Além da instalação de novas unidades, a gestão também tem promovido a recuperação de pontos antigos, ampliando a qualidade do atendimento à população.

Segundo o secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Lucas Ribeiro Ductievicz, o investimento representa um compromisso com a melhoria da infraestrutura do transporte coletivo:
“Estamos cumprindo a orientação da prefeita Flávia Moretti, que é oferecer mais conforto, dignidade e segurança para os moradores que dependem diariamente do transporte público. Os novos abrigos representam respeito à população várzea-grandense e reforçam a prioridade da gestão em organizar e humanizar a cidade.”

As melhorias nos pontos de ônibus são vistas como uma forma de incentivar o uso do transporte público e transformar o mobiliário urbano, promovendo mais segurança e qualidade de vida para quem circula pela cidade.

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As novas estruturas já estão em funcionamento em diferentes regiões de Várzea Grande. Confira os bairros e vias atendidos:
• 15 de Maio – Av. Leoncio Lopes
• 7 de Maio – Estrada da Praia Grande
• Av. FEB – Av. da FEB; Av. da FEB, 1757 (Ponte Nova); Av. da FEB (Ponte Velha)
• Capão do Pequi – Rua sem nome, próximo à Estrada da Praia Grande
• Capela Piçarrão – Av. Leoncio Lopes
• Chapéu do Sol – Av. Chapéu do Sol; IFMT – Av. Universitária (2 pontos)
• Cohab Canelas – Av. Véu de Noiva
• Cristo Rei – Iris de Siqueira; Rua 11 de Dezembro
• Jardim Eldorado – Av. A (Jd. Mundo Novo)
• Jardim Imperial – Rua Venezuela
• Jardim Ipanema – Jânio Quadros
• Jardim Petrópolis – Rua Jaime Veríssimo de Campos Júnior
• Jacarandá – Rua Rio Vermelho
• Lagoa do Jacaré – Av. 31 de Março
• Maringá III – Av. Z, próximo à Panificadora Fortaleza
• Milton Figueiredo – Rua Treze
• Novo Mundo – Av. D; Residencial Novo Mundo (Empório do Açaí)
• Nova Fronteira – Av. Frei Coimbra; Av. Castelo Branco
• Paiaguás – Rua Trinta e Sete (lateral Mercado Aliança); Av. Filinto Muller
• Primavera – Av. A (Principal – 4 pontos)
• São Simão – Av. Veríssimo Domingos
• Vitória Régia – Rua Mucurim

Ao todo, já são 44 pontos de ônibus entregues nesta gestão, somando os 10 instalados emergencialmente no início do ano aos 34 novos finalizados neste lote.

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A Prefeitura reforça que seguirá expandindo a rede e recuperando pontos antigos, priorizando o bem-estar dos passageiros e fortalecendo o transporte público como alternativa acessível e segura para a população.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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