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Tião anuncia Planejamento Estratégico da rede municipal: inovação e entrega de novas unidades

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Na manhã de hoje (19), durante reunião com gestores de todas as unidades educacionais, foram anunciadas as próximas ações para qualificação pessoal e para elevar o IDEB

O vice-prefeito Tião da Zaeli (PL) e o secretário municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Igor Cunha, se reuniram com os gestores de todas as unidades escolares da rede municipal, na manhã desta terça-feira (19), no auditório do Anexo II da SMECEL. Na pauta, a apresentação do Planejamento Estratégico, o alinhamento das demandas e ações efetivas a serem desenvolvidas para elevar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) municipal.

Na abertura do evento, o vice-prefeito, Tião da Zaeli destacou que “a nova realidade em que o Município se encontra hoje exige mudança de mentalidade e foco nos objetivos dentro das nossas possibilidades”, citando o secretário Igor, com uma história de gestão muito bem avaliada à frente da Fecomércio MT.

Zaeli também reforçou a autonomia dos diretores, tanto na parte pedagógica, como também na parte estrutural das escolas, no encaminhamento das demandas junto à Secretaria de Educação. “Quem conhece a realidade das escolas, se a demanda realmente está em conformidade com a necessidade da escola são vocês, e isso nós vamos respeitar” declarou.

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O vice-prefeito finalizou sua fala elogiando a atitude do secretário que, para compor sua equipe de trabalho, optou por convidar profissionais que já atuavam na rede municipal, uma atitude que, segundo Zaeli, apoia e valoriza os servidores ‘prata da casa’.

PLANEJAMENTO – O secretário Igor Cunha anunciou que os avanços tecnológicos também serão ferramentas que irão contribuir para a mudança de metodologia com o foco na melhora do desempenho do IDEB na rede municipal, com metas estabelecidas de 6.2 para os anos iniciais e 5.5 para os anos finais até 2027.

“Vamos buscar a qualificação e a valorização dos professores, ouvindo suas demandas e trabalhando muito para viabilizar os avanços, tanto na parte salarial quanto na parte estrutural e nas condições de trabalho. Na gestão Flávia-Tião, a proposta é olhar com carinho e dar mais estrutura e ferramentas para atingir a nossa meta do IDEB” afirmou o secretário.

INOVAÇÃO – O secretário Igor anunciou também que um projeto piloto será lançado no dia 30 de agosto na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘Alino Ferreira de Magalhães’, do bairro Alto da Boa Vista, no Parque do Lago. A escola será a primeira no Município a operar um sistema integrado de Segurança Ativa e Gestão Inteligente, que vai utilizar tecnologia de ponta e inteligência artificial.

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De acordo com o secretário, o Projeto Escola Segura é uma iniciativa completa para proteger, monitorar e responder com agilidade em qualquer situação dentro e no entorno da escola. Serão 16 câmeras com inteligência embarcada com detecção de intrusão, monitorando o interior e o entorno da escola 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Além disso, segundo o secretário, o sistema também conta com controle de presença com reconhecimento facial, controle de refeições com cálculo de quantidade ideal de refeições a serem preparadas, evitando o desperdício de alimentos, dashboards e painéis analíticos que permitem a gestão otimizada baseada em dados reais para auxiliar diretores e Secretaria na gestão eficiente das escolas municipais.

Ao final do encontro, o secretário Igor Cunha anunciou ainda que conseguiu destravar a liberação para as obras de mais 10 novos Centro Municipais de Educação Infantil (CMEI) com previsão de entrega e inauguração em até 18 meses.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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