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Serviços de zeladoria chegam à Avenida Pantaneira

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Os trabalhos iniciados hoje abrangem toda extensão da via, com atenção especial à remoção de mato e resíduos acumulados nas margens. Equipes seguem cronograma

Equipes da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana realizaram hoje, dia 2, os serviços de zeladoria, com roçagem e limpeza da Avenida Pantaneira, uma das principais vias de Várzea Grande. A ação faz parte do cronograma de manutenção das maiores avenidas do Município, que visa a melhoria das condições urbanas e da mobilidade em locais de grande fluxo.

A Avenida Pantaneira – que está entre as 22 maiores da cidade que integram o cronograma de ação prioritária da Pasta – liga o centro da cidade ao bairro São Mateus, próximo à Avenida da Imigrante. Os trabalhos iniciados hoje abrangem toda a extensão da via, com atenção especial à remoção de mato e resíduos acumulados nas margens.

Com o encerramento do período chuvoso, as condições climáticas têm permitido acelerar as frentes de trabalho, que já chegaram a diversos bairros das diferentes regiões da cidade. O foco é conservar as vias públicas, garantir a segurança de motoristas e pedestres, além de manter os espaços urbanos limpos e organizados.

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Entre as 22 avenidas que já receberam os serviços estão Arthur Bernardes, Couto Magalhães, Castelo Branco, Alzira Santana e João Bulhões, cuja limpeza foi concluída recentemente em alusão à 7ª Corrida VG RUN 2025, realizada em comemoração aos 158 anos de Várzea Grande.

As ações seguem de forma contínua, com equipes atuando simultaneamente em diferentes pontos da cidade, contribuindo para a melhoria da infraestrutura urbana e da qualidade de vida da população.

Confira a lista das 22 maiores avenidas contempladas no cronograma:

                1.           Castelo Branco

                2.           Alzira Santana

                3.           Asa Bela (Baixada) (com poda de árvores)

                4.           Filinto Muller

                5.           Couto Magalhães

                6.           Júlio Campos

                7.           Ulisses Pompeu (com poda de árvores)

                8.           Arthur Bernardes

                9.           Leôncio Lopes

                10.        Pedro Pedrossian

                11.        Orla Várzea Grande (com poda de árvores)

                12.        Salim Nadaf

                13.        Avenida da FEB

                14.        Avenida Chapéu do Sol

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                15.        Avenida Aleixo Ramos da Conceição – Conhecida por Estrada da Guarita

                16.        Avenida Murilo Domingos – antiga Avenida 31 de Março

                17.        Avenida da Pantaneira – Marajoara

                18.        Avenida Ipê – Principal Distrito Industrial

                19.        Avenida Historiador Avelino Tavares – Rota do Peixe

                20.        Avenida Doutor Paraná – no Grande Cristo Rei

                21.        Avenida Dom Orlando Chaves – Grande Cristo Rei

                22.        João Bulhões – Limpeza concluída

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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