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Semana Pedagógica 2025 propõe discussão para melhora dos índices da aprendizagem

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Evento reúne gestores e coordenadores das 96 unidades escolares

A Semana Pedagógica 2025, em Várzea Grande, que foi aberta com a presença da prefeita Flávia Moretti (PL), nesta segunda-feira, 27 no auditório da Unifacc/MT e vai reunir até o dia 29, profissionais da Educação, para as discussões sobre propostas de trabalho da secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer que promovam efetivamente a melhoria dos índices de aprendizagem dos alunos da rede municipal.

O secretário, Pe. Edson Sestari explicou que a Semana Pedagógica é o momento de acolher, refletir e orientar as equipes de cada unidade escolar, salientando a importância de se criar um ambiente de aprendizagem dialógico, colaborativo e reflexivo para o fortalecimento de vínculos do grupo, sobretudo dos novos servidores.

Após a abertura oficial, gestores e coordenadores das 96 unidades escolares iniciaram os trabalhos com uma palestra sobre avaliação externa e interna, ministrada pelas professoras Elizete Gonzaga e Lucinalva Carneiro Lima.

No dia 28, os trabalhos continuam no período matutino, com a apresentação da proposta de trabalho da Smecel, apresentada pelo secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Pe. Edson Cestari e com a proposta formativa apresentada pela superintendente Pedagógica da Smecel, professora Elizete Gonzaga dos Santos Lima. O público alvo serão os professores das 46 escolas do Grupo A.

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No período vespertino, será a vez dos professores das 48 escolas do Grupo B. Já no dia 29, no período matutino, será a vez dos professores das 50 escolas formadas pelo Grupo C participarem das discussões e por fim, no período vespertino, professores das 49 escolas do Grupo D fecham o ciclo de debates da Semana Pedagógica.

De acordo com o secretário Pe. Edson Sestari, as atividades da Semana Pedagógica 2025 terão continuidade na quinta-feira, 30 e sexta-feira, 31, nas escolas, onde estão programadas atividades abrangendo sugestões de discussões, reflexões e revisões que a escola irá fazer com base em um documente para orientar os trabalhos, elaborado pela equipe de Coordenação Pedagógica da unidade escolar, com o acompanhamento da Superintendência Pedagógica.

A Semana Pedagógica 2025 vai oportunizar também a Apresentação e análise dos dados estatísticos das avaliações externas da Unidade Escolar? específico para Ensino Fundamental – CNCA-CAED/ SAEB/ Avalia MT/ Um Giro pela Aprendizagem, estudos e atualizações da Proposta Pedagógica da Escola, Regimento Escolar, DRC- EI e EF, projetos e parcerias, Apresentação do calendário escolar 2025, informando datas de eventos, reuniões pedagógicas e com as famílias, recessos feriados, início e término de bimestres e outras datas que considerarem pertinentes, Entrega da lista da turma e solicitar aos professores a leitura dos relatórios da turma recebida, para que possam planejar ações de continuidade da aprendizagem e recomposição das aprendizagens (caso haja necessidade), Leitura das atribuições do professor, TDI´s, TDEE´s, TAE e TSAE conforme lei Nº 2380/2011 (Lei de Gestão Democrática) e a elaboração das estratégias para acolher os alunos e realizar avaliações diagnósticas para identificar o nível de aprendizagem de cada um (Ensino Fundamental, para além do diagnóstico psicogenético) para alunos novos na etapa do Ensino Fundamental, entre outras pautas.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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