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Segunda edição do “Casa de Sarita no Seu Bairro” promove dia de serviços e bem-estar para mulheres

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No próximo dia 07 de dezembro, quinta-feira, a comunidade do bairro Mapim, em Várzea Grande, será palco da segunda edição do projeto “Casa de Sarita no Seu Bairro”. Voltado especialmente para mulheres, o evento acontecerá a partir das 8h na “EMEB Rita Auxiliadora de Campos Cunha”, localizada na Avenida Venezuela S/N.

Realizado pela Prefeitura de Várzea Grande, por meio do Gabinete de Apoio às Ações Transformadoras (GAAT), o projeto é liderado pela primeira-dama e promotora de Justiça, Kika DorilêoBaracat. A iniciativa tem como objetivo principal proporcionar um espaço dedicado às mulheres, onde possam conhecer e usufruir dos diversos serviços oferecidos pela “Casa de Sarita”, um projeto feito por mulheres e para mulheres.

A programação inclui uma série de serviços e atividades gratuitas, visando atender às demandas de saúde, beleza, empreendedorismo e bem-estar emocional. Entre os serviços disponíveis, destacam-se atendimento médico com coleta de CCO, aferição de pressão, teste glicêmico, acupuntura, auriculoterapia e Florais de Bach.

O Espaço de Beleza oferecerá serviços de corte de cabelo, maquiagem e design de sobrancelha, proporcionando momentos de cuidado e autoestima. As oficinas e programas de empreendedorismo incluem o projeto “Elas Empreendem”, com atividades de feltro natalino e rosca natalina. Haverá também inserção e atualização do Cadastro Único, Círculo da Paz em parceria com o Poder Judiciário, e um Espaço Kids para que as mães possam participar das atividades com tranquilidade.

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Para ter acesso aos serviços gratuitos oferecidos, é necessário realizar uma entrevista social, levando consigo documentos pessoais e o Número de Identificação Social (NIS) atualizado no Cadastro Único.

Casa de Sarita – vai além dos serviços convencionais, focando não apenas no bem-estar físico, mas também no emocional das beneficiárias. O atendimento é destinado a jovens a partir dos 14 anos e mulheres de todas as idades. O projeto destaca-se por sua abordagem integrada, envolvendo diversas secretarias municipais para proporcionar assistência abrangente em áreas cruciais da vida das participantes.

Para outras informações sobre a Casa de Sarita, é possível entrar em contato pelo telefone 984766715 ou visitar o endereço Av. Presidente Artur Bernardes, 1332 – Vila Ipase, Várzea Grande. As redes sociais também são um canal de comunicação, basta seguir @casa_de_sarita.

SERVIÇO:

O QUÊ: 2ª Edição do projeto “Casa de Sarita no Seu Bairro”

QUANDO: Quinta-feira, dia 07 de dezembro, a partir das 8h

LOCAL: “EMEB Rita Auxiliadora de Campos Cunha”, Avenida Venezuela S/N – bairro Mapim, Várzea Grande-MT

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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