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Projeto ‘Elas Empreendem’ celebra sucesso com balanço anual positivo e prefeito anuncia ampliação para 2024

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Em 2023, 1.400 mulheres de 70 bairros fortaleceram laços, adquiriram novas habilidades e transformaram suas vidas. Em 2023 o projeto ‘Elas Empreendem’ deve chegar a 90 bairros capacitando e inspirando

Em uma emocionante cerimônia realizada nesta quinta-feira, 23, o projeto “Elas Empreendem” celebrou o encerramento do segundo ciclo deste ano, entregando certificados de capacitação a 800 mulheres várzea-grandenses. A iniciativa, idealizada pela primeira-dama e Promotora de Justiça Kika Dorilêo Baracat, e apoiada pelo prefeito Kalil Baracat, vem se destacando por promover não apenas cursos de capacitação, mas uma verdadeira transformação na vida das participantes.

Estes cursos, distribuídos em 87 grupos e abrangendo 70 bairros do município, compreendem a segunda etapa do projeto “Elas Empreendem”. Oficinas que vão desde crochê até design de sobrancelhas, pintura em tecido, costura criativa, escovista e artes finas, refletem a abordagem abrangente do projeto. A meta é não apenas desenvolver novas habilidades, mas também promover a autoestima e capacitar para o mercado de trabalho e empreendedorismo social.

A gestão do prefeito Kalil Baracat foi enaltecida durante o evento, destacando o compromisso em fomentar políticas públicas efetivas para o empoderamento social e econômico das mulheres em Várzea Grande. O prefeito ressaltou a importância da “Casa de Sarita”, sede do projeto, que não apenas oferece capacitação, mas também atenção integral à saúde mental, emocional e física das mulheres.

O balanço anual do projeto revelou resultados notáveis. Ao longo do ano, 1.400 mulheres de 70 bairros foram atendidas, fortalecendo não apenas a convivência social e comunitária, mas também a saúde mental e financeira. O prefeito Kalil Baracat expressou seu orgulho pela Casa de Sarita, destacando que leva o nome de sua avó e contribui para dar independência financeira e emocional às mulheres.

Para o próximo ano, o prefeito anunciou planos de expansão, visando atender pelo menos 90 bairros e mais mulheres. Ele enfatizou a importância de estar próximo da população, reconhecendo o poder das mulheres na construção de um Brasil mais forte e igualitário.

A primeira-dama e promotora de Justiça, Kika Dorilêo Baracat, pontuou que o dia foi de celebração e agradecimento. “Agradeço de coração a todas as mulheres incríveis que fazem parte desta equipe maravilhosa da Casa de Sarita e do Elas Empreendem. Nos vemos, mulheres, nos vemos na superação, nos vemos na conquista de novos horizontes. Nos fortalecemos quando seguramos a mão uma da outra e caminhamos juntas. É um privilégio testemunhar tantas mulheres brilhando, pois acredito firmemente que quanto mais mulheres brilharem, mais justa, humanitária e humana será a nossa sociedade”.

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Kika Dorilêo Baracat também expressou sua gratidão à Câmara de Vereadores, que tem sido parceira na aprovação de legislações que fortalecem a mulher. “Juntos, construímos um ambiente onde as mulheres são ouvidas e respeitadas”, disse. E, completou:

“Nossa visão de assistência social vai além de distribuir sacolões. Na Casa de Sarita, temos o ‘Elas Empreendem’, um projeto que não apenas capacita, mas transforma vidas. Acreditamos na saúde física, mental e emocional. Acreditamos na educação e na qualificação pessoal. Isso é assistência social moderna, que vai além do básico, que enxerga a mulher em sua totalidade. Hoje, não apenas celebramos as conquistas, mas também reafirmamos nosso compromisso com o bem-estar integral das mulheres. Cultivamos não apenas habilidades, mas também a cultura da sororidade, da superação e do empoderamento. Juntas, somos imparáveis, e este é apenas o começo de uma jornada que continuaremos trilhando juntas. Obrigada a todas, e que continuemos a brilhar e inspirar”, afirmou.

Depoimentos que inspiram e transformam – Durante o evento, depoimentos emocionantes de mulheres beneficiadas pelo projeto evidenciaram seu impacto positivo. A vereadora Eucaris Pereira, que participou do curso, destacou a oportunidade de levar a diferença para a vida de outras mulheres. Ela afirmou ficar emocionada ao ouvir o testemunho da transformação de mulheres que melhoraram suas vidas.

Franciele de Souza Pereira tem 34 anos, 3 filhos e é mãe solteira, mora no Residencial Jacarandá, fez o curso de artes finas, que resultou em encomendas e uma renda significativa. Hoje disponibiliza sua casa para ofertar os cursos do projeto a outras mulheres do bairro.

Nádia Santos de Paula Gomes, moradora do bairro Santa Clara, enfatizou como os cursos a incentivaram a ser uma mulher empreendedora, aplicando o que aprendeu em designer de sobrancelhas, escovista e maquiagem para sustentar sua família.

Diva Dalva Fereira, frequenta a Casa de Sarita, declamou uma poesia autoral que resumia a importância do local em transformar vidas. Ela destacou a variedade de cursos oferecidos, não apenas proporcionando habilidades, mas também renovando a autoestima das participantes.

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Maria Aparecida Ferreira da Silva, 55 anos, moradora do bairro Santa Terezinha afirmou: “Fiz o curso de pintura em tecido na ‘Casa de Sarita’. Foi mais que aprender a pintar, foi uma terapia que veio num momento difícil da minha vida, quando perdi minha mãe e meu irmão. Estou muito feliz e grata por essa oportunidade.”

Maria Lucia de Santana, de 68 anos, moradora do bairro Nova Fronteira também estava emocionada. “Participei do curso de boneca de gesso na ‘Casa de Sarita’. Foi incrível! Além de aprender algo novo, fiz novas amizades. Pretendo praticar, tentar vender e fazer presentes para meus netos. A ‘Casa de Sarita’ é muito boa, recomendo”.

O futuro é feminino e empreendedor – Diversidade de idades também marcou o evento, mostrando que nunca é tarde para aprender e empreender. Mulheres como Ana Lúcia, de 67 anos, moradora do Jardim Glória 1 disse que encontrou no curso de automaquiagem não apenas novas habilidades, mas também uma forma de fazer novas amizades e fortalecer a saúde mental.

Naiara Fernanda de 15 anos, moradora do bairro Maringá 2 declarou: “O ‘Elas Empreendem’ foi top! Comecei com automaquiagem, fui super bem recebida. Agora estou no designer de sobrancelha e já penso em atender outras meninas. O projeto me mostrou que a idade não importa pra correr atrás dos nossos sonhos. Valeu a todas que fazem isso acontecer, tamo junto brilhando e aprendendo”.

O evento contou com a presença de autoridades como a secretária de assistência social Ana Cristina, a secretária adjunta de saúde Maria das Graças Metelo, a secretária adjunta de administração Gilma de Arruda e Silva, além dos vereadores Eucaris Barros, Ícaro Reveles, Ider Jacinto, Alessandro Moreira, Ivan dos Santos, Ilton Gusmão e Sargento Galibert.

Em um mundo onde o empoderamento feminino é fundamental, o projeto “Elas Empreendem” se destaca como uma luz guia, capacitando, transformando e construindo um futuro mais justo e igualitário para as mulheres de Várzea Grande. O sucesso dessas mulheres é a prova viva de que o empreendedorismo social pode gerar não apenas oportunidades econômicas, mas também renovar esperanças e inspirar toda uma comunidade.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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