CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

VÁRZEA GRANDE

Professora de Várzea Grande conquista o 1º lugar do TOP 10 da Diretoria Metropolitana da Educação

Publicados

VÁRZEA GRANDE

A premiação ocorreu durante o 3º Seminário Regional de Regime de Colaboração, realizado ontem no Hotel Fazenda Mato Grosso.

Várzea Grande alcançou um feito histórico, reafirmando seu protagonismo nos avanços educacionais dos municípios que integram a baixada cuiabana. A professora Luzia de Campos Curado – da Escola Municipal de Educação Básica – EMEB Nair de Oliveira Corrêa – conquistou o 1º lugar do TOP 10 da Diretoria Metropolitana da Educação.

A premiação que ocorreu durante o 3º Seminário Regional de Regime de Colaboração – realizado ontem no Hotel Fazenda Mato Grosso – é um reconhecimento aos professores que sobressaíram na promoção da alfabetização com equidade. A escolha baseia-se nos resultados da Avaliação Somativa de 2025 nas turmas do 2º ano do Ensino Fundamental, na 5ª edição do Prêmio Alfabetiza MT – 2026.

A professora Luzia de Campos Curado disse que ficou surpresa com a premiação e que jamais imaginou que seria a primeira colocada. “Eu trabalho pensando nas minhas crianças e, consequentemente, na escola em que eu atuo. É muito bom ganhar um prêmio, pois é o reconhecimento pelo nosso trabalho. Não temos manual pronto de como ensinar, de como alfabetizar, mas temos a certeza de que temos que atuar da melhor maneira possível”.

Leia Também:  Projeto Social capacita moradores do Santa Maria para produção de sabão com óleo usado  

A educadora disse ainda que vai continuar trabalhando para que o nível de aprendizado para cada aluno seja alcançado, e sem a pretensão de ganhar nenhum prêmio. “Agradeço a direção, a coordenação da escola e aos pais dos alunos que contribuem para o avanço das crianças. Vamos continuar construindo pontes para o desenvolvimento educacional de nossos alunos”.

Outras quatro professoras da Rede Municipal de Várzea Grande também tiveram destaques entre o TOP 10: Zilma Junqueira de Oliveira da EMEB Alino Ferreira de Magalhães ficou em 4º lugar, Margareth Rodrigues Moraes Teixeira da EMEB Heroclito Leôncio Monteiro ficou em 6º lugar, Sandra Neide Fernandes Ferreira e Edjane Gomes da Silva, ambas das escolas EMEB Demétrio de Souza alcançaram o 9º e o 10º lugar respectivamente.

Para a superintendente pedagógica da rede municipal, Lezi Silva, a conquista do 1º lugar pela professora Luzia de Campos Curado, simboliza o empenho e a excelência do trabalho realizado em sala de aula. “O município tem buscado fortalecer a qualificação de seus profissionais através de diversas iniciativas de formação continuada, e o impacto positivo que Várzea Grande vem demonstrando nos indicadores de alfabetização, reforça o compromisso coletivo com a garantia do direito à aprendizagem e com o avanço contínuo da qualidade da educação”.

Leia Também:  Prefeita Flávia Moretti prorroga prazo de adesão do Mutirão Fiscal 2025

A titular da Secretaria de Educação, Maria Fernanda Figueiredo parabenizou as unidades escolares e os profissionais de ensino, que foram finalistas na premiação do do TOP 10 da Diretoria Metropolitana da Educação. “Estamos muito felizes por essas conquistas, que não beneficiam apenas os finalistas, mas toda a rede municipal. O reconhecimento de vocês eleva a qualidade da educação e valoriza o trabalho coletivo”, destacou.

A secretária ressaltou ainda que a gestão da prefeita Flávia Moretti tem desenvolvido políticas públicas voltadas para o desenvolvimento da Educação, promovendo equidade no sistema, e atuando de forma objetiva na expansão da Rede Municipal.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

VÁRZEA GRANDE

Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

Publicados

em

Por

.

Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

Leia Também:  Várzea Grande transforma equoterapia em política pública permanente para pessoas com deficiência

Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

Leia Também:  CES realiza palestras e oferta meios para o efetivo planejamento familiar

MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA