VÁRZEA GRANDE
Prefeitura intensifica melhorias na iluminação pública e atende pedido de moradora poucas horas após o pedido
VÁRZEA GRANDE
Moradores comemoram atendimento rápido e eficiente. Mais de 7.900 pontos já receberam reparos, substituição de lâmpadas e instalação de novas luminárias em LED
Moradores de Várzea Grande têm percebido nos últimos meses melhorias significativas na iluminação pública em seus bairros, resultado do trabalho coordenado pela Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, por meio da equipe de Iluminação Pública.
Estela Santos, moradora do bairro Jardim Glória 1, expressou sua satisfação com a agilidade do atendimento. “Gostaria de agradecer à equipe da Secretaria do setor da Iluminação Pública, que atendeu meu pedido rapidamente. No último dia 21, vieram arrumar o poste da minha rua, que estava sem iluminação. Fiquei muito satisfeita com a resposta rápida e eficiente”, relatou. Estela reside há mais de 10 anos no bairro e destacou a importância de ruas bem iluminadas para a segurança da comunidade. A moradora teve o pedido atendido no mesmo dia, poucas horas depois de oficializar a necessidade à Pasta, vias canais diretos disponíveis.
De acordo com Odorico Raimundo, coordenador do setor de Iluminação Pública, os trabalhos realizados refletem a prioridade da Prefeitura em garantir mais segurança e qualidade de vida para a população. “Em nome da atual gestão, reforço que estamos com toda a estrutura e respaldo necessários para atender aos pedidos dos moradores. Nosso objetivo é manter a cidade bem iluminada e segura, garantindo que cada bairro receba atenção adequada”, afirmou.
As ações contemplam troca de lâmpadas queimadas, reposição de luminárias por modelos em LED, extensão de redes, colocação de braços e instalação de novos postes em dezenas de bairros da cidade. Segundo a prefeita Flávia Moretti (PL), essas iniciativas são fundamentais para o bem-estar da população. “Estamos trabalhando com responsabilidade e dedicação para garantir ruas mais iluminadas e acolhedoras. É importante que os moradores usem os canais oficiais da Prefeitura para registrar qualquer problema, como lâmpadas queimadas ou vandalizadas. A cidade avança quando caminhamos juntos”, destacou a prefeita.
Além do trabalho em campo, a Prefeitura também implementou melhorias no sistema de atendimento ao cidadão, resultando em maior agilidade e eficiência na prestação dos serviços.
O secretário Lucas Ductievicz ressaltou que a comunicação direta com os moradores tem gerado resultados expressivos. “Criamos um canal acessível e direto entre os munícipes e a Prefeitura. Antes tínhamos cerca de 50 ligações de reclamações por dia, agora, esse número caiu para aproximadamente quatro. Isso mostra que conseguimos atender com eficiência e resolver os problemas rapidamente, como reconheceu a moradora Estela”, explicou.
Os moradores podem solicitar manutenção na iluminação pública pelos seguintes canais:
• Telefone: (65) 3688-8034
• Atendimento presencial: Segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30
• Endereço: Avenida Castelo Branco, nº 2138 – Anexo ao Paço Municipal, bairro Centro Norte
VÁRZEA GRANDE
Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença
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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.
No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.
Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.
Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.
SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.
Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos
doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.
Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.
“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.
MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.
Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.
“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.
SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.
Galeria de Fotos (2 fotos)
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