CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

VÁRZEA GRANDE

Prefeitura de Várzea Grande remove mais de 2 milhões de toneladas de entulhos em ação de limpeza

Publicados

VÁRZEA GRANDE

Ação também faz parte de uma parceria entre a Prefeitura, o Ministério Público e o Corpo de Bombeiros; que unem esforços para combater as queimadas e promover a limpeza de terrenos baldios, conscientizando a população sobre a importância do descarte correto de resíduos

Durante os primeiros três meses deste ano, a Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana de Várzea Grande empreendeu uma ação massiva de limpeza, retirando mais de 2 milhões de toneladas e 700 mil quilos de entulhos das ruas, terrenos e áreas públicas da cidade. A iniciativa visa combater o acúmulo de lixo e entulhos, prevenir queimadas urbanas, promover a saúde pública e melhorar a qualidade de vida dos moradores.

O subsecretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Virdinei da Silva Bens, enfatizou a importância dessa ação: “Estamos empenhados em garantir que nossa cidade se mantenha limpa e segura para todos. Além de evitar problemas como queimadas e proliferação de animais peçonhentos, a limpeza das vias e áreas públicas contribui diretamente para o bem-estar da população”.

Nesse período, as equipes de limpeza percorreram 22 bairros, 25 ruas e avenidas, e 39 praças públicas, órgãos públicos, áreas de lazer, parques, miniestádios, entre outros locais. A ação já recorrente, também faz parte de uma parceria entre a Prefeitura de Várzea Grande, o Ministério Público através da 4ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande, e o Corpo de Bombeiros; que unem esforços para combater as queimadas e promover a limpeza de terrenos baldios, conscientizando a população sobre a importância do descarte correto de resíduos.

“No início de março deste ano, tivemos uma reunião com a promotora de Justiça Michele Rezende Villela que destacou a urgência de abordar o elevado número de áreas públicas e privadas que sofrem com o descarte irregular de entulhos e a prática perigosa de utilizar fogo para a limpeza desses locais. O alto número de casos de dengue e outros vetores, aliado aos custos financeiros e culturais, tem levado as pessoas a recorrerem ao fogo para limpeza, resultando em queimadas urbanas prejudiciais à saúde e ao meio ambiente”, alertou o subsecretário.

Leia Também:  Prefeitura certifica 28 alunos em cursos de qualificação do Ser Família Capacita

A ação conjunta das instituições busca não apenas mitigar esses problemas imediatos, mas também promover uma mudança de hábitos e uma conscientização ambiental mais ampla na comunidade, isso sem falar em uma fiscalização mais eficaz ara também punir quem faz o descarte irregular de lixo e entulho.

“Nosso objetivo também é de conscientizar a população sobre a importância da limpeza regular de áreas particulares e promover o cuidado com as áreas públicas não ocupadas e verdes de preservação permanente. Importante lembrar que o uso do fogo em terrenos urbanos é crime ambiental, passível de multa e/ou reclusão de 1 a 4 anos, conforme a Lei dos Crimes Ambientais”, alertou o gestor.

Virdinei ainda acrescentou: “Essa iniciativa reforça o compromisso da administração municipal em garantir uma cidade limpa, segura e sustentável para todos os seus habitantes.

Confira as áreas, praças, ruas, avenidas e bairros visitados pela equipe de limpeza urbana de janeiro a março deste ano: Orla da Alameda, praça Aline Gonçalves, praça do Jardim Ikaraí, praça Parque das Américas, praça do Jardim Glória II, praça da Alegria, mini estádio Ouro Verde, miniestádio Ipase, miniestádio Pirineu, campo Imperial, Postão, praça Nair Sacre, Casa das Mulheres, Praça do Fiotão, centro comercial do Asa Bela, praça Asa Bela, Restaurante Popular, Biblioteca, Terminal André Maggi, Centro Espírita, Cemitério Souza Lima, praça Canelas, Tanque do Fancho, Delegacia de Roubos e Furtos, Hospital e Pronto-socorro Municipal e Várzea Grande, praça do Ipase, Delegacia da Mulher, Maternidade São Lucas, Policlínica do 24 de Dezembro, praça do Jardim Glória I, praça do José Carlos Guimarães, praça do Jardim Paula II, praça do Mapim, CRAS Santa Maria, ETA do Pari, Casa de Sarita, Secretaria de Assistência Social, praça João Barbosa, área de lazer da Cohab Aline.

Leia Também:  Várzea Grande realiza Festival Paralímpico neste sábado, dia 14  

Avenida Chapéu do Sol, Avenida 31 de Março, Avenida Arthur Bernardes, Avenida Eduardo Gomes, Avenida Castelo branco, Avenida Miguel Leite, Avenida Brasília, Avenida da Guarita, Avenida Tiradentes, Avenida Amália Curvo, Rua Capitão Costa, Rua Santo Antônio, Rua Guiratinga, Avenida dos Estudantes, Avenida João de Deus Bulhões, Avenida da Passagem da Conceição, Avenida João Ponce de Arruda, Avenida da Feb, rotatória do Zero e Trincheira, Avenida principal do Bairro Primavera, Avenida DNL, Rua Livramento, Avenida Murilo Domingos, Avenida Pedro Pedrossian, Avenida Mário Andreazza.

Bairro Água Limpa, bairro Arthur Bernardes, Centro, Cohab Asa Bela, Cohab Asa Branca, Cohab Aline Gonçalves, Cohab Renata dos Santos, bairro Planalto Ipiranga, bairro Jardim Imperador, bairro Ipase, bairro Nova Esperança, Cohab Santa Isabel, bairro Nova Ipê, bairro Manaíra, bairro Chapéu do Sol, bairro Embaúval, Residencial Milton Figueiredo, Cohab Clovis Vetoratto, Cohab Altair Ferreira, bairro Planalto Ipiranga, Centro Sul e Residencial São Benedito.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

VÁRZEA GRANDE

Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

Publicados

em

Por

.

Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

Leia Também:  Educação municipal e diretoria do Sintep/VG avançam em diálogo sobre pautas salariais

Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

Leia Também:  Várzea Grande realiza Festival Paralímpico neste sábado, dia 14  

MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA