CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

VÁRZEA GRANDE

Prefeita vistoria montagem da ExpoVG 2026 e destaca palco de 16 metros

Publicados

VÁRZEA GRANDE

Em menos de uma semana, Várzea Grande receberá uma das maiores feiras de exposição de sua história. A ExpoVG 2026 chega com estrutura grandiosa e promete uma experiência inesquecível aos várzea-grandenses, dentro das comemorações dos 159 anos da cidade industrial.

A programação começa na quinta-feira (14) e segue até o domingo (17), no bairro Chapéu do Sol.

A prefeita Flávia Moretti esteve no local nesta semana para vistoriar a montagem e acompanhar de perto os trabalhos de preparação. O espaço já recebe a instalação do palco principal, arena, área de exposições, praça de alimentação e toda a estrutura necessária para receber milhares de pessoas.

Um dos grandes destaques é o palco principal, que terá 16 metros de altura e 60 metros de largura, reforçando o porte do evento, que marca o retorno da tradicional exposição após 21 anos.

“Estamos em contagem regressiva. Falta menos de uma semana para a nossa ExpoVG. Quero você e sua família conosco nesses quatro dias festivos. Teremos shows nacionais e locais, rodeio, exposição de máquinas e animais, além de uma grande praça de alimentação. Várzea Grande vai mostrar sua força, alegria e orgulho”, destacou a prefeita.

Leia Também:  Na reta final das montagens, vereadores e secretários visitam estrutura da ExpoVG 2026

A ExpoVG integra a programação de aniversário do município, celebrado em 15 de maio, e tem como proposta unir lazer e oportunidades de negócios. A programação inclui shows nacionais e regionais gratuitos na pista, além de exposições, fóruns, painéis voltados a pequenos e médios produtores, apresentação de maquinários, rodeio, gastronomia e ações de incentivo à atração de investimentos e à retomada industrial da cidade.

Outro destaque será a Feira da Família, voltada à valorização da agricultura familiar. A iniciativa busca dar visibilidade ao potencial produtivo local e ampliar as oportunidades de comercialização, atendendo às diretrizes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A prefeita também reforçou que o município atua como parceiro institucional na realização do evento, por meio de termo de cooperação, sem repasse financeiro.

“Somos parceiros na organização e no apoio logístico, especialmente no trânsito, sem transferência de recursos”, explicou.

Os custos dos shows serão viabilizados por emendas parlamentares, garantindo que o evento ocorra sem impacto direto no orçamento municipal.

PROGRAMAÇÃO DE SHOWS

14 de maio (quinta-feira)
Natanzinho Lima
Jero Neto
Boy Munhoz

Leia Também:  Prefeitura encerra primeiro trimestre de 2022 com pagamentos, correções e ajuste em dia aos servidores

15 de maio (sexta-feira – feriado e aniversário da cidade)
Lauana Prado
Bruno Vinicius
Banda Novo Som

16 de maio (sábado)
Maiara & Maraisa
Fernanda Leite
João Felipe
Júnior & Morais

17 de maio (domingo)
Os Federais
Ricco & Léo
Cris Campelo
Júnior & Morais
Show católico com bênçãos e atrações culturais

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

VÁRZEA GRANDE

Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

Publicados

em

Por

.

Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

Leia Também:  Atuação da Gestão Fazendária resulta em aumento de R$ 1,2 milhão em repasses de ICMS  

Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

Leia Também:  Operação tapa-buracos e patrolamento avança em diversos bairros de Várzea Grande nesta quinta-feira (21)

MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA