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Paiaguás recebe 5,5 km de asfalto novo e 17,7 km recapeamento de ruas e avenidas

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A pavimentação com asfalto novo e o recapeamento do antigo trazem inúmeros benefícios para os bairros e para a cidade como um todo e seguem em ritmo acelerado e Várzea Grande. Melhorias na infraestrutura viária aumentam a segurança, reduzem os custos de manutenção dos veículos e valorizam os imóveis, além de contribuir para a qualidade de vida dos moradores ao minimizar problemas como poeira e lama.

Em Várzea Grande, o bairro Paiaguás está passando por uma transformação significativa com a pavimentação de 5,5 km de asfalto novo, além da implantação de sinalização, meio-fio e sarjeta. Todas as ruas com asfalto antigo também estão sendo recapeadas, o que totalizará 17,7km, garantindo melhores condições de trafegabilidade e segurança para os moradores, além é claro de valorizarem imóveis.

Hoje, 07 de junho, pela manhã, o prefeito Kalil Baracat acompanhou e inspecionou a execução das obras e qualidade delas. Durante a visita, ele comentou sobre a importância do projeto para a cidade. “O bairro Paiaguás está recebendo um grande volume de obras de infraestrutura. São 5,5 km de asfalto novo ligando desde a Avenida Zeid Sacre, antiga Avenida Mil, até a Rua 58 na primeira etapa. Também determinei ao secretário de viação e obras, Luiz Celso, que faça a recuperação de todos o asfalto antigo”.

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O prefeito destacou a abrangência das melhorias que estão sendo realizadas incluindo a drenagem que já está em andamento. “Estamos recapeando todo o Paiaguás, substituindo o asfalto desgastado pelo tempo e uso, e fazendo mais 5,5 km de asfalto novo em ruas que ainda eram de terra”, explicou.

Luiz Celso, secretário de Viação e Obras, também acompanhou a visita e ressaltou a importância da obra para a comunidade local. “Estamos empenhados em entregar essas melhorias com qualidade e dentro do prazo estabelecido. As obras no Paiaguás serão finalizadas ainda no segundo semestre deste ano”, afirmou.

Kalil Baracat destacou ainda o avanço significativo da gestão municipal em relação às metas de infraestrutura viária. “Já ultrapassamos a meta de 250 km de asfalto novo na cidade e temos como objetivo alcançar 300 km até o final deste ano. Além disso, já atingimos a meta de 150 km de recapeamento e pretendemos expandir para mais 50 km até o término de 2024”, concluiu o prefeito.

As melhorias no bairro Paiaguás são parte de um esforço contínuo da prefeitura de Várzea Grande para proporcionar melhor qualidade de vida aos seus habitantes, investindo em infraestrutura e serviços essenciais.

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“É importante lembrar que o maior volume de recursos aplicados aqui são próprios da arrecadação de Várzea Grande, mas também temos recursos de convênio com o Governo Mauro Mendes através da indicação do presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho e emendas do senador Jayme Campos que também está aportando recursos aqui para construirmos uma Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) e um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI), garantindo assim equipamentos públicos para atender a população”, explicou o prefeito Kalil Baracat.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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