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Ônibus com tarifa zero ampliam acesso do público à ExpoVG 2026

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Começa nesta quinta-feira (14) a ExpoVG 2026, feira que retorna em grande estilo após 21 anos e promete impulsionar o desenvolvimento cultural e industrial de Várzea Grande. Para garantir o acesso da população ao evento, a Prefeitura anunciou um esquema especial de transporte coletivo gratuito durante os dias da programação, que segue até domingo (17), dentro das comemorações pelos 159 anos do município.

A iniciativa da tarifa zero foi articulada pela prefeita Flávia Moretti, com apoio da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, com o objetivo de oferecer mais comodidade e segurança ao público.

Durante os dias da ExpoVG, duas linhas específicas vão operar com tarifa zero, das 17h às 3h40: a linha 951, que liga o Terminal André Maggi ao bairro Nova Esperança, e a linha 959, criada exclusivamente para o evento, com trajeto direto até o local da feira.

Já no dia 15 de maio, data oficial do aniversário da cidade, todas as linhas municipais funcionarão gratuitamente ao longo de todo o dia.

Linha 951

A linha 951, já existente, atenderá o público com trajeto passando por importantes vias e bairros até o local do evento. O itinerário inclui:

  • Avenida Mato Grosso
  • Avenida Z
  • Rua Venezuela
  • Avenida Chile
  • Cohab Nova Esperança
  • IFMT (Instituto Federal de Mato Grosso)
  • Avenida Tiradentes
  • ExpoVG (bairro Chapéu do Sol)
  • Florais da Mata
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O percurso permite o deslocamento direto de moradores de regiões como Nova Esperança, IFMT e Florais da Mata até a feira.

Linha 959 – exclusiva ExpoVG

Criada especialmente para o evento, a linha 959 fará o trajeto direto entre o Terminal André Maggi e a ExpoVG, sem paradas intermediárias, garantindo mais rapidez. O percurso contempla:

  • Terminal André Maggi
  • Couto Magalhães
  • Rua da Guarita
  • Avenida Mário Andreazza
  • Avenida João de Deus Bulhões
  • Avenida Nunes da Cunha (ExpoVG)

Como funciona a gratuidade

Mesmo com a gratuidade, os passageiros devem utilizar normalmente o cartão de transporte no momento do embarque. A catraca registrará a viagem, mas nenhum valor será descontado. A medida permite o controle e a contabilização dos usuários durante o período.

Evento marca retomada histórica

A ExpoVG marca o retorno de uma das mais tradicionais feiras do município após mais de duas décadas, com estrutura ampliada e programação diversificada voltada ao entretenimento e ao fortalecimento da economia local.

O evento contará com shows nacionais e regionais, exposições, fóruns, apresentação de maquinários, rodeio, praça gastronômica e ações voltadas à atração de investimentos e ao fortalecimento do setor produtivo.

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Entre os destaques está a Feira da Família, que valoriza a agricultura familiar e amplia as oportunidades de comercialização para produtores locais.

O município participa como parceiro institucional, oferecendo suporte logístico e organizacional, sem repasse financeiro. Os shows serão viabilizados por meio de emendas parlamentares, sem impacto direto no orçamento municipal.

Programação de shows

14 de maio (quinta-feira)
Natanzinho Lima
Jero Neto
Boy Munhoz

15 de maio (sexta-feira – aniversário da cidade)
Lauana Prado
Bruno Vinícius
Banda Novo Som

16 de maio (sábado)
Maiara & Maraisa
Fernanda Leite
João Felipe
Júnior & Morais

17 de maio (domingo)
Os Federais
Ricco & Léo
Cris Campelo
Júnior & Morais
Show católico e atrações culturais

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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