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Obras e ações do DAE somam mais de R$ 41 milhões em investimentos

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São dez frentes de trabalho focadas na melhoria da distribuição de água em Várzea Grande e implementando o maior planejamento público da história. Projetos que em muitos casos, levam ainda outros serviços de infraestrutura, como pavimentação e recuperação de via

O sistema de abastecimento de água, em Várzea Grande, está recebendo mais de R$ 41 milhões em investimentos para ampliar a captação, produção e distribuição de água. As cifras serão aplicadas em pelo menos dez frentes de trabalho que estão sendo planejadas para médio prazo. São obras estruturantes e necessárias para dar suporte aos sistemas de captação e produção de água e colocar fim a futuros problemas.

A maior parte é de investimentos próprios e que integram projetos elaborados em apenas dez meses da atual gestão. É o maior projeto de distribuição de água já formatado pelo Executivo e consequente, se torna um dos maiores desembolsos da história da prefeitura e do Departamento de Água de Esgoto (DAE).

Além da fonte própria, articulações políticas junto ao governo do Estado, governo federal e à Bancada Federal de Mato Grosso, têm possibilitado a implementação de projetos que vão impactar positivamente a população local.

“Desde 1º de janeiro estamos empenhados em trazer soluções estruturais ao DAE, ou seja, intervenções que sejam definitivas. Essa gestão não atua com medidas paliativas. O paliativo não traz solução e eu quero a solução desse problema em Várzea Grande”, pontua a prefeita Flávia Moretti (PL).

No hol das soluções estão investimentos para construção de estações elevatórias, retomada das obras da estação de tratamento de esgoto, reservatórios, ampliação de redes, implantação de adutoras, compra de bombas e inversores e ainda de equipamentos para padronização da rede de água.

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Entre os maiores projetos estão construção de uma adutora entre a Estação de Captação Pari e o reservatório Morro do Urubu, orçado em cerca de R$ 12 milhões, outros R$ 8 milhões para aquisição de equipamentos novos como bombas de captação, e mais R$ 16 milhões para construção de cinco novos reservatórios.

“A prefeitura está sim buscando investimentos e aplicando recursos na melhoria do DAE e dos serviços prestados pela autarquia. A população não pode mais sofrer por um passado sem planejamento. Toda nossa articulação política em busca de recursos está focada em projetos estruturantes e o DAE é o maior deles. A concessão é um outro passo desse planejamento para solução ao abastecimento de água. Mas é um processo moroso, pois tem de respeitar a legislação. Enquanto isso, essa gestão une forças para garantir água na torneira dos várzea-grandenses”, afirmou a prefeita.

A gestora reforça ainda que a maior parte desses investimentos no DAE trarão outros benefícios à população, como pavimentação e recuperação de ruas e avenidas. “Além de levar água às torneiras, esses projetos recuperam a urbanização dos bairros e contribuem de maneira significativa para a valorização imobiliária das regiões”.

OS INVESTIMENTOS

– Propostas firmadas entre a Sinfra-MT e a Prefeitura Municipal de VG

*Valor 7.999,999,60

– Aquisição de Bombas, Inversores e materiais.

*Valor 11.986,881,70

– Adutora entre Estação de Captação Pari e reservatório Morro do Urubu

– Termo de compromisso de compensação urbanístico entre a MRV e a Prefeitura Municipal.

Valor R$ 1.850.000,00

Fornecimento de equipamentos para Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Santa Maria – – Investimento direto pela Secretaria de Viação e Obras em 2025

– ETE Santa Maria

R$ 2.385.707,60

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– Rede de Esgoto Ikaraí para construção de uma estação elevatória

R$ 155.000,00

– Conclusão das ETAs do Pari e Imigrantes

R$ 236.123,25

– Implantação em andamento de adutora da Av. Principal do Paiaguás

R$ 676.000,00

– Expansão de ramais dos bairros Pirinéu e Paiaguás

R$ 256.980,60

– Adutora de água no Parque Tecnológico

R$ 80.703,83

– E a assinatura de contrato pata construção de cinco reservatórios de 2,2 a 2,5 milhões de litros.

R$ 16.391.900,00

Como faz questão de destacar a prefeita, a atual gestão está atuando de maneira firme e responsável sobre todas as áreas essenciais e mais uma vez, na busca continua por parcerias e recursos, esses investimentos trazem soluções definitivas a vários problemas. “Nenhuma promessa de campanha está sendo esquecida. Estamos atuando sobre o que é urgente para nossa população, e o melhor de tudo: em apenas dez meses de trabalho estamos resolvendo problemas graves de mais de 40 anos, e o DAE, sem dúvida alguma, é o maior deles”, ratifica a prefeita Flávia Moretti.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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