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Moradores do bairro Serra Dourada recebe atendimento do Cadastro Único nesta quarta-feira

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Os trabalhos estarão concentrados na Escola Municipal de Educação Básica Joaquim da Cruz Coelho. A ação será realizada das 08 às 11 horas.

Equipes da Secretaria de Assistência Social – que atuam no setor do Cadastro Único – estarão nesta quarta-feira (29), realizando o atendimento às famílias que residem no bairro Serra Dourada e regiões circunvizinhas. Os trabalhos estarão concentrados na Escola Municipal de Educação Básica Joaquim da Cruz Coelho. A ação será realizada das 08 às 11 horas.

É importante que o morador tenha em mãos as documentações pessoais e comprovante de endereço. É importante também que qualquer mudança – seja de endereço ou de número de celular – sejam comunicados à equipe do Cadastro Único, pois dessa forma os dados serão atualizados, caso contrário, os beneficiários correm risco de terem o benefício suspenso.

Como destaca a coordenadora do Cadastro Único, Elizangela Ferreira Arantes, essa ação tem por objetivo fazer a busca ativa das famílias inscritas no programa, e que por um motivo ou outro estão com inconsistência cadastral, bem como a atualização e inserção de novas famílias para que também tenham acesso aos programas sociais, seja do Governo Federal, Estadual ou Municipal.

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A coordenadora informa ainda que nesta ação, a equipe do Cadastro Único terá apoio, dos servidores do Centro de Referência em Assistência Social CRAS, unidade Jardim Glória, e de uma equipe da Secretaria de Saúde que estará fazendo o atendimento no local com a aplicação de vacinas.

AÇÃO ITINERANTE – Desde o mês de junho do ano passado a secretaria de Assistência Social vem fazendo ações itinerantes todas as semanas em uma localidade diferente, fazendo a busca ativa das famílias que estão com inconsistência cadastral, e também as inscrições de novos beneficiários e que necessitam de auxílio social. É importante que as famílias cadastradas estejam com os dados atualizados, pois qualquer alteração, como mudança de endereço, telefone e até cidade, pode inviabilizar a busca, e acesso a qualquer benefício.

A secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira, enfatiza a importância da atualização cadastral a cada dois anos. “O objetivo da ação realizada pela equipe do Cadastro Único é fazer a regularização das famílias que se encontram em descumprimentos das condicionalidades do programa e com isso estão perdendo os seus benefícios, por isso manter os dados atualizados é fundamental para garantir a elegibilidade de benefícios”, alertou.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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