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Flávia Moretti apresenta projetos de obras e busca recursos com presidente da Câmara Federal e deputados de MT para ampliar entregas em VG

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Com foco na política de resultados e na ampliação de serviços públicos para a população de Várzea Grande, a prefeita Flávia Moretti (PL) cumpre agenda oficial em Brasília nesta quarta-feira (29.04), onde apresenta projetos estruturantes e busca novos recursos federais destinados a obras de infraestrutura, saúde, educação e desenvolvimento urbano no município.

Durante a agenda na capital federal, a prefeita se reuniu com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, além dos deputados federais de Mato Grosso Coronel Fernanda e Coronel Assis. Também está prevista reunião com o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.

Entre os principais projetos levados por Flávia Moretti estão demandas voltadas aos bairros Vila Operária, Capela do Piçarrão, Mapim, Santa Terezinha e Marajoara. As propostas incluem a construção de uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS), implantação do Mercado Municipal, criação da Casa de Artes Várzea-grandense e obras de infraestrutura urbana, como drenagem, pavimentação e melhorias estruturais.

Segundo a prefeita, o objetivo é garantir investimentos que se convertam em melhorias concretas no dia a dia da população. “Estamos em busca de recursos por meio dos nossos representantes federais para obras essenciais na área da saúde, educação, saneamento e pavimentação asfáltica. São recursos que vão transformar nossa cidade. Estamos batendo de porta em porta, pois queremos ver as coisas acontecerem”, afirmou.

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O presidente da Câmara, Hugo Motta, destacou a importância da iniciativa municipalista e elogiou a postura da gestora em buscar apoio institucional para o município. “Política se faz assim, em união. Fico feliz em receber a prefeita, pois sou municipalista e sei da importância de ações como essas para o desenvolvimento de um município”, disse.

A deputada Coronel Fernanda reforçou o compromisso com Várzea Grande e lembrou recursos já destinados ao município. “Já destinamos mais de R$ 25 milhões para Várzea Grande e continuo à disposição da população várzea-grandense”, pontuou.

Já o deputado Coronel Assis ressaltou sua ligação histórica com a cidade e garantiu continuidade no apoio político e institucional. “Várzea Grande continuará crescendo. Fui criado na região do Jardim Glória, então conheço bem os problemas do nosso município. Contem conosco e vamos trabalhar pela nossa querida Várzea Grande”, declarou.

Encerrando a agenda política em Brasília, a prefeita também realizou visita institucional ao presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar da Costa Neto.

A passagem de Flávia Moretti por Brasília reforça uma gestão voltada à entrega de serviços, à captação de investimentos e à construção de parcerias que acelerem obras e garantam mais qualidade de vida aos moradores de Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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