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Flávia e Tião anunciam capacitação inédita em operação de máquinas para garis da Prefeitura de Várzea Grande

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Gestão municipal reconhece o trabalho dos servidores responsáveis pela limpeza urbana e busca capacitá-los para ampliar a área de conhecimento, como também valorizá-los profissionalmente.

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, e o vice-prefeito, Tião da Zaeli – ambos do PL – estiveram reunidos com os garis da Prefeitura de Várzea Grande. Durante a reunião, Flávia e Tião anunciaram cursos de capacitação em operação de máquinas aos garis. O anúncio foi feito, na manhã desta quinta-feira (31), na Subprefeitura do Cristo Rei, onde será implantada a primeira etapa do projeto de capacitação inédito será aberto aos 186 garis que atuam tanto na Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, quanto na Secretaria de Viação e Obras.

“Estamos aqui para demonstrar o quanto vocês são importantes para o nosso Município. Estamos trabalhando para buscar o melhor para vocês, neste momento, vivemos novos tempos e é fundamental valorizarmos quem trabalha para deixar nossa cidade bonita e limpa. Esta é uma grande oportunidade para que vocês questão aqui possam se capacitar e ampliar sua área de conhecimento”, explicou Flávia Moretti.

Tião da Zaeli destacou que a atual gestão busca uma parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para capacitar os profissionais em operação de máquinas. “Estamos aqui para anunciar que vamos, em breve, implantar cursos de capacitação para todos vocês. Várzea Grande precisa aproveitar e valorizar os servidores e dar oportunidade de crescerem dentro da gestão. Lembro que, quando fui prefeito, implantamos um curso de alfabetização aos servidores e que foi um grande sucesso”, relembra Tião.

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O subsecretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, José Carlos de Miranda, destaca que atualmente, em todo Município, em 180 dias de gestão, a Prefeitura de Várzea Grande já recolheu aproximadamente 36 mil toneladas (t) de lixo domiciliar e 6 mil toneladas de entulhos em diversos bairros da cidade. “Estamos felizes pelo nosso rendimento e todo esse trabalho tem sido reconhecido pela população. Este resultado é em razão do esforço de cada um dos nossos colaboradores”, declara Miranda.

“Conversando com alguns trabalhadores aqui da Subprefeitura, eles me contaram que é a primeira vez que chefe do Poder Executivo vem aqui falar com eles. Só aqui no grande Cristo Rei que contém 73 bairros, já cobrimos cerca de 70% de toda região, e já foram coletadas 2,5 mil toneladas de resíduos só aqui na região, os 40 trabalhadores da nossa Subprefeitura têm se esforçado muito para atender todas as demandas do grande Cristo Rei”, destaca José Carlos.

O gestor da Subprefeitura do Cristo Rei, Emerson Oliveira, relata que a limpeza urbana visa garantir mais segurança e comodidade à população que circula diariamente pelas vias do bairro. Além da limpeza, os serviços também contribuem para a prevenção de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

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“Estamos atuando com várias frentes de trabalho para atender aos bairros da região. A Subprefeitura está de portas abertas para os moradores fazerem suas reivindicações e pedidos. A colaboração dos moradores, tanto com as demandas, quanto com a conservação dos espaços públicos, é essencial para o sucesso das ações”, disse Emerson.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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