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Dados oficiais comprovam novo momento da economia de VG

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Oferta de empregos deu salto de mais 700% nos últimos três anos. Cidade tem sido atrativo para novos negócios e vai se consolidando na ancoragem de empresas de todos os portes

Os números registrados pelo governo federal e estadual atestam a expansão econômica de Várzea Grande nos últimos três anos (2021/2023). Essa evolução pode ser mensurada por indicativos como número de empregos formais criados, ampliação da formalização de MEIs, bem como, pela ancoragem de novas empresas que escolheram a cidade.

O Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Charles Caetano, destaca que os dados são públicos de fácil acesso. “Ou seja, além de a mudança ser perceptível a cada dia por quem vive Várzea Grande, pode ser comprovada por meio de números em órgãos oficiais”. Ele reforça, que a segunda maior cidade de Mato Grosso ultrapassou a marca de 300 mil habitantes, conforme dados do Censo do IBGE de 2022.

Conforme a Receita Federal, o número de MEIs (Microempreendedor Individual) em 2021 era de 19.216, passando para 21.947 em 2022 e chegando no final de 2023 com 23.838 empresas desse segmento, apontando um crescimento de 24% neste período.

Sobre a ancoragem de empresas em Várzea Grande, Charles destaca números da Junta Comercial do Estado de Mato Grosso (Jucemat). “No que se refere as demais empresas de pequeno, médio e grande porte, foram abertas mais 5.488 em 2021, passando para mais 5.707 em 2022, fechando o ano de 2023 com mais 6.114 novas empresas desses segmentos. O crescimento é mais de 11% no período analisado”, comemora o secretário.

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Para o prefeito Kalil Baracat, o maior indicador a ser comemorado é o reflexo dessa evolução na vida dos várzea-grandenses. “Todos esses indicadores confirmam que esse avanço teve reflexo direto na geração de empregos na cidade. Quando assumimos a gestão, em janeiro de 2021, eram apenas 16.264 MEIs e hoje totalizamos mais de 23.838 MEIs em Várzea Grande”.

O prefeito lembra que a secretaria Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, foi criada em março de 2022, pela sua gestão, justamente para contribuir, fomentar e incentivar o desenvolvimento da cidade, por meio de ações e medidas que tornem a cidade atrativa aos investimentos privados e que isso gere emprego e renda à população. “Além de ser o ponto de partida para investimentos na cidade, a secretaria é o elo entre o setor público e o privado. É um local de apoio a quem quer empreender em Várzea Grande”.

Nesse contexto, o secretário Charles Caetano, destaca que somente com ações internas, desenvolvidas pela dentro da própria secretaria, foram abertas mais 1.040 novas MEIs em Várzea Grande.

NA PONTA – Todo esse crescimento econômico teve reflexo direito na geração de emprego com 18.521 vagas de emprego captadas somente no SINE-VG, sob a responsabilidade da secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Governo do Estado. Segundo o secretário Charles, “essas captações tiveram um grande crescimento na atual gestão com 2.248 vagas captadas em 2021, indo para 3.696 em 2022 e saltando grandemente para 18.521 vagas de emprego captadas no final de 2023, uma expansão de mais de 700%”.

Segundo do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do ministério do Trabalho, no Município foram assinadas 22.022 novas admissões com carteira assinada no ano de 2020. Com o início da atual gestão, esse número saltou para 28.621 em 2021, 29.883 em 2022 e 33.194 em 2023. Segundo prefeito Kalil Baracat, “os números constatam um crescimento firme e constante, respaldando nossa gestão voltada ao desenvolvimento de Várzea Grande. Estamos no caminho certo”.

O secretário Charles comemora: “Do ano de 2020 para 2023 tivemos um crescimento de 50% em contratações formais de emprego, àqueles com carteira assinada, fora os empregos informais”. Ele pontua que a secretaria além de ofertar o balcão de empregos, atua como intermediadora na oferta de vagas formais com ações pontuais. “A carteira assinada garante direitos, oferta benefícios e torna a relação de trabalho em um vínculo que gera segurança para quem contrata e para quem é contratado. Por isso estamos sempre abertos e receptivos para atuar em ações pontuais. O desenvolvimento pleno da nossa economia passa, incondicionalmente, pela geração de emprego e renda da população”.

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Como frisa o Chefe do Executivo, intervenções como a criação da uma secretaria municipal voltada exclusivamente para o crescimento econômico, os investimentos em infraestrutura na cidade, a implantação de uma política desenvolvimentista e de novas tecnologias, facilitou a abertura de novas empresas na cidade, bem como selou o bom relacionamento com o setor produtivo, tornando todos esses números um reflexo do momento que a nossa cidade vive hoje, de plena expansão econômica.”

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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