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“Casa de Sarita” completa seis meses e leva até as mulheres do Mapim, serviços e políticas públicas

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O Grande Mapim e região foram palcos da segunda edição do projeto “Casa de Sarita no Seu Bairro”, iniciativa que visa difundir e divulgar os serviços oferecidos pela Casa de Sarita nos diversos bairros da cidade de Várzea Grande, invertendo a lógica, de as pessoas irem ao encontro do Poder Público Municipal, e indo ao encontro dos anseios populares para facilitar a vida dos mesmo e oferecer novas perspectivas.

“A Casa de Sarita, apesar de nova em sua atuação já demonstrou resultados impressionantes, então decidimos levar os serviços a população e não esperar que ela venha até nós enquanto Poder Público Municipal”, disse o prefeito Kalil Baracat enaltecendo a inovadora ideia da primeira-dama e promotora de Justiça, Kika Dorilêo Baracat que concebeu a Casa de Sarita e agora inova para levar a mesma aos bairros e a sua gente.

O evento, que contou com a presença da primeira-dama e promotora de Justiça, Kika Dorilêo Baracat, destacou o compromisso da gestão do prefeito Kalil Baracat, como um todo, pois todas as Secretarias Municipais e Órgãos Públicos participam, em promover políticas públicas especialmente voltadas para a mulher várzea-grandense.

“Além de aproximar as políticas públicas da gestão do prefeito Kalil Baracat da população feminina, é fundamental ressaltar que nesta sexta-feira, 08 de dezembro, no Dia de Nossa Senhora da Conceição, a “Casa de Sarita” celebra seu sexto mês de implantação no município. Nesses seis meses, o projeto já impactou positivamente a vida de mais de 1,5 mil mulheres, oferecendo ações nos pilares da saúde mental e física, educação, profissionalização, social e no combate e prevenção da violência feminina”, disse a primeira-dama, lembrando que para cada mulher auxiliada, a Administração Municipal acaba atendendo indiretamente até 10 pessoas dependendo da família e do envolvimento de outras pessoas.

Na abertura do evento, Kika Dorilêo Baracat compartilhou a inspiração por trás da Casa de Sarita, um projeto nascido de sua visão e do prefeito Kalil Baracat. Ela enfatizou o sucesso dos primeiros seis meses do projeto, ressaltando a demanda crescente por políticas públicas direcionadas às mulheres. Anunciando uma expansão significativa, Kika revelou que a partir de janeiro, a Casa de Sarita, planejará e executará um calendário anual para atender diversos bairros, incluindo a realização das ações aos sábados, atendendo a uma demanda expressiva pelas mulheres, meninas entre outros.

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“Sempre temos que ter em mente que quando ajudamos uma mulher, seja ela chefe de família ou não indiretamente ajudamos, filhos e demais familiares”, explicou Kika Dorilêo Baracat lembrando que nos seus afazeres profissionais, enquanto promotora de Justiça, passou a compreender as repercussões existentes quando se tem uma pessoa, principalmente mulher, afetada por problemas e suas consequências para outros familiares.

O secretário de Educação, Cultura, Esportes e Lazer de Várzea Grande, Silvio Fidélis, destacou a importância das parcerias, especialmente com as escolas municipais, que fornecem a infraestrutura necessária para os atendimentos. Ele ressaltou a participação ativa das diretoras, coordenadoras e professoras, que conhecem a realidade dos bairros e garantem que os serviços alcancem quem realmente precisa.

A secretária-adjunta de Assistência Social, Daniela Barone, sublinhou a necessidade de manter atualizado o CadÚnico, enfatizando sua importância como ferramenta para a articulação da rede de promoção e proteção social. Ela explicou que a Casa de Sarita exige o NIS, tornando o Cadastro Único um mecanismo fundamental para integrar iniciativas de diversas áreas.

“As famílias e pessoas para acionarem diretamente os programas sociais da Prefeitura de Várzea Grande que se comunicam com os Programas Sociais do Governo Federal e do Governo do Estado, precisam estar sempre com o CadÚnico atualizado”, disse Daniela Barone lembrando que para o processo seletivo das 1.000 casas do Colinas Douradas que ainda se encontra em fase de execução para definir os futuros proprietários, um dos requisitos essenciais, foi ser cadastrado no CadÚnico de Várzea Grande a mais de cinco anos.

A vereadora Professora Eucaris Arruda, presente no evento, reforçou a parceria entre os Poderes Legislativo e Executivo, elogiando a administração por oferecer tratamentos, incluindo terapias caras, de forma gratuita. Ela ressaltou o apoio ao projeto e a importância de dar o devido reconhecimento.

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Mulheres participantes do evento – Euni Monteiro, diretora da “EMEB Rita Auxiliadora de Campos Cunha”, expressou sua aprovação ao levar a Casa de Sarita para os bairros, facilitando o acesso das mulheres aos serviços, especialmente em casos de violência.

Moradora há 20 anos no Mapim, Eliana Brandão, ficou maravilhada com os serviços, destacando sua inscrição na acupuntura e participação no Espaço da Beleza, enquanto sua filha assistia a uma peça de teatro infantil.

Clarice Marques, buscando se qualificar, se inscreveu no programa “Elas Empreendem” e expressou ansiedade para começar visando alcançar a independência financeira. Ela elogiou a oportunidade de cuidar de si mesma.

Amanda Cristine, em busca de alívio para dores lombares e de cabeça, optou pela auriculoterapia, expressando confiança após a primeira sessão e ansiedade para as próximas. A terapeuta Célia Coutinho detalhou sobre a auriculoterapia, uma prática milenar chinesa que promove alívio sem efeitos colaterais.

O evento, além de aproximar as políticas públicas da gestão Kalil Baracat da população feminina, revelou o impacto positivo da Casa de Sarita em seis meses, atendendo mais de 1,5 mil mulheres nas áreas de saúde mental e física, educação, profissionalização, social e no combate e prevenção à violência feminina.

O prefeito Kalil Baracat sinalizou que a Administração Municipal cuida de 300.078 habitantes, independente de todos acionarem ou não os serviços públicos, e lembrou que a atuação conjunta reforça a perspectiva das pessoas que necessitam do apoio do Poder Público Municipal. “Agimos em todas as áreas e nossa demanda é sempre maior que nossa capacidade de atendimento, por isto, procuramos de forma criativa encontrar meios e maneiras para que toda a população seja contemplada pelas Políticas Públicas de Saúde, Educação, Segurança, Social, Obras e medidas que valorizem Várzea Grande como um todo”, assinalou o prefeito enaltecendo os esforços dos servidores para que o Executivo Municipal possa atender a todas as demandas.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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