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“Bazar do Bem” em Várzea Grande: Cheque de R$ 104.082,01 é entregue à Associação de Pessoa com Deficiência

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Primeira-dama de Várzea Grande entregou um cheque de R$ 104.082,01 à AVDF, proveniente do “Bazar do Bem”. Evento reforça o compromisso da gestão municipal com a inclusividade e transformação social da sociedade

Em um ato que transcendeu a entrega de um cheque no valor de R$ 104.082,01, a terceira edição do “Bazar do Bem” reafirmou o compromisso da gestão municipal em construir uma Várzea Grande mais inclusiva e humanizada. A primeira-dama, Kika Dorilêo Baracat, trouxe uma mensagem do prefeito Kalil Baracat, enfatizando a importância do evento e o impacto positivo que a iniciativa tem na comunidade.

Durante a entrega do cheque à Associação Várzea-Grandense da Pessoa com Deficiência (AVDF), Kika Dorilêo Baracat ressaltou: “Este valor arrecadado é um reflexo dos esforços de todos os que doaram, compraram e se engajaram no Bazar do Bem. Representa nossa vontade de construir uma Várzea Grande mais inclusiva e repleta de oportunidades para todos os cidadãos”. A fala da primeira-dama evidenciou o comprometimento da gestão em promover ações transformadoras para beneficiar a comunidade.

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A secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira, também elogiou o trabalho da primeira-dama, afirmando que ela “vem fazendo a diferença no social em Várzea Grande”. Ana Cristina lembrou da parceria entre a secretaria de Assistência Social e a AVDF, ressaltando o compromisso do prefeito Kalil Baracat em criar uma coordenadoria específica para o setor. A secretária expressou sua satisfação com mais essa doação significativa por parte do Gabinete de Apoio às Ações Transformadoras (GAAT), destacando a importância desses recursos para fortalecer as ações sociais no município.

Dinei Ribeiro de Campos, presidente da AVDF, ao receber o cheque, reiterou a importância da colaboração da prefeitura, da primeira-dama, do prefeito Kalil Baracat e de toda a sociedade várzea-grandense. Ele compartilhou a boa notícia de que o governo do estado irá doar um terreno para a associação, fortalecendo ainda mais o apoio às pessoas com deficiência na região.

“Só temos a agradecer, a verba arrecadada com o bazar será destinada à reforma e melhoria da estrutura física da associação e de um ônibus que utilizamos par ao transporte dos associados para tratamentos e cursos”, explicou.

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O secretário de Educação, Cultura, Esportes e Lazer, Silvio Fidelis, parabenizou o trabalho desenvolvido pela AVDF e ressaltou a certeza de que os recursos serão bem aplicados em benefício da associação e de seus associados.

A primeira edição do Bazar do Bem em 2021, arrecadou R$ 97,1 mil que foram destinados ao Lar dos Idosos São Vicente de Paulo. Já a segunda edição que beneficiou a Lírios – Liga de Reestruturação das Irmãs Ofendidas no seu Sentimento que acolhe mulheres e meninas vítimas de violência e que recebeu R$ 103,2 mil.

O “Bazar do Bem” não apenas demonstrou a solidariedade da comunidade, mas também evidenciou o compromisso da gestão municipal em construir uma cidade mais inclusiva e acolhedora para todos os seus habitantes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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