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Ana Cristina se reúne com lideranças comunitárias

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A secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira, tem impulsionado a agenda de trabalho, com visitas às instituições mantidas pela Prefeitura Municipal, e os locais que trabalham com o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, estreitando os laços e reforçando a gestão compartilhada.

“Nossa proposta é trabalhar junto da população, vendo de perto as reais necessidades e ouvir seus anseios e nada melhor ver tudo de perto, e dentro do possível buscar soluções para que possam ser atendidos”, destacou a gestora lembrando que essa é uma das determinações do prefeito Kalil Baracat.

No início do mês o prefeito se reuniu com lideranças comunitárias e presidentes de bairros para reafirmar que essa administração mantém as portas abertas e que todos têm voz e vez.

Ana Cristina destacou a importância de manter essa comunicação aberta, com a colaboração de ambas as partes.  “Estamos reforçando a importância de as comunidades participarem dos projetos sociais que estão sendo desenvolvidos nos bairros, para crianças, donas de casa, jovens e idosos, com várias dinâmicas voltadas para atividades físicas, culturais, e de entretenimento, porque a vida é séria, mas pode ser leve também”.

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Quanto à capacitação, além do programa Amigas Empreendedoras, a secretaria de Assistência Social também está desenvolvendo o programa Qualifica + VG que que tem disponibilizado, com a ajuda de vários parceiros, Governo do Estado e Sistema S, vários cursos de capacitação profissional, que estão à disposição de toda a população interessada.  “É mais uma oportunidade das pessoas se capacitarem, e de estarem preparadas para o mercado de trabalho, e o mais importante, sem nenhum custo para o beneficiário”.

Neste sentido, Ana Cristina tem buscado, junto aos presidentes de bairros, apoio na divulgação do programa e na procura pelas pessoas que queiram se inscrever em um dos cursos oferecidos. “Queremos que o líder comunitário busque junto às famílias do bairro o desejo pelo curso que queiram fazer e desta forma estaremos viabilizando meios para que eles sejam beneficiados, em uma instituição local ou alguma unidade na região que possa abrigar o curso de capacitação escolhida pelos moradores”, completou.

O presidente da Associação dos Presidentes de Bairros de Várzea Grande – UNIVAB – Claido Celestino Batista (Ferrinho), destacou a importância dos líderes comunitários serem ouvidos, porque são eles que vivenciam as questões dos moradores, sendo os seus interlocutores.

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“A secretária Ana Cristina está de parabéns pelo trabalho desenvolvido na Assistência Social e pela condução de uma das pastas mais importantes da administração pública. A gestora vem fortalecendo e estreitando essa comunicação entre os presidentes de bairros, buscando ouvir as suas demandas e buscando também sugestões que possam ampliar as ações e serviços, de acordo com a necessidade de cada localidade”, elogiou Ferrinho destacando que a Univab é parceira desta administração, e está também de portas abertas para ajudar no que for possível.

Quanto ao pedido da secretária em buscar apoio para o Programa Qualifica + VG, ele disse que vai encaminhar a todos os presidentes de bairros a relação de cursos que estão sendo oferecidos, e que podem estar à disposição dos moradores. “Mas para que isso aconteça, é necessário que os mesmos manifestem o desejo, daí a importância do trabalho desenvolvido pelos presidentes de bairros junto às suas comunidades”.

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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