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3ª Edição do Bazar do Bem vai destinar renda para Associação da Pessoa com Deficiência

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Evento acontece nos dias 1 e 2 de dezembro. Doações podem ser entregues na sede da Prefeitura de Várzea Grande ou pelo telefone 98155-0303. Primeira-dama e promotora de Justiça, Kika Dorilêo Baracat agradeceu doações já recebidas e quer superar a arrecadação dos anos anteriores

Mantendo o princípio basilar de realizar um evento que resulte em ajudar instituições que cuidem de pessoas, o Gabinete de Apoio às Ações Transformadoras (GAAT) e a Prefeitura de Várzea Grande estão prontos para fazer história novamente com a terceira edição do “Bazar do Bem”. O evento será realizado nos dias 1 e 2 de dezembro, no antigo Várzea Grande Tênis Clube (em frente à Prefeitura Municipal), prometendo dias de generosidade, solidariedade e esperança que neste ano vai destinar sua renda para a Associação Várzea-Grandense da Pessoa com Deficiência (AVDF).

“É sempre bom ver o tamanho da generosidade das pessoas que sempre estão dispostas a nos ajudar a fazer o bem para aqueles que mais precisam”, disse o prefeito Kalil Baracat sinalizando que os esforços da primeira-dama, Kika Dorilêo Baracat são louváveis e representam o que temos de melhor que é a humanidade a solidariedade para com os próximos”, frisou.

A cidade se prepara para acolher uma onda de emoção, bondade e carinho, enquanto os corações solidários se unem para apoiar a iniciativa. Para quem quiser doar ainda é possível participar com esse ato de amor desapegando de sapatos, roupas para adultos e crianças, além de acessórios, todos em ótimo estado, novos ou seminovos.

Neste ano, os pontos de arrecadação estão convenientemente localizados na sede da Prefeitura de Várzea Grande localizada na Avenida Castelo Branco, s/n, bairro Água Limpa, e em todas as secretarias municipais. Além disso, aqueles que preferirem podem ligar para o telefone 98155-0303, e a dedicada equipe do GAAT terá o prazer de buscar as doações.

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A 3ª Edição do Bazar do Bem é uma iniciativa da primeira-dama de Várzea Grande e Promotora de Justiça, Kika Dorilêo Baracat. O beneficiário escolhido para receber os fundos arrecadados durante este evento é a Associação Várzea-Grandense da Pessoa com Deficiência (AVDF).

Kika Dorilêo Baracat compartilha sua motivação para essa escolha solidária: “Resolvemos abraçar este ano a instituição que atua na defesa dos direitos da pessoa com deficiência e vamos doar todo o valor arrecadado com a comercialização dos produtos em prol da Associação Várzea-Grandense da Pessoa com Deficiência. Esta é a terceira edição do projeto que nasceu da ideia de ajudar instituições que fazem o bem e que ajudam ao próximo”.

A primeira edição do Bazar do Bem, em 2021, arrecadou a quantia de R$ 97.164,15 mil, que foram doados ao Lar dos Idosos São Vicente de Paulo. A segunda edição, em 2022, beneficiou a Lírios – Liga de Reestruturação das Irmãs Ofendidas no Seu Sentimento, entidade filantrópica que atua no combate à violência contra mulheres e meninas, com a doação de R$ 103.256,10 mil arrecadados no Bazar.

Neste ano de 2023, a Associação Várzea-Grandense da Pessoa com Deficiência (AVDF) receberá o apoio valioso do Bazar do Bem. Os organizadores estão confiantes de que, com a ajuda da população, conseguirão superar as doações anteriores e alcançar um novo nível de generosidade.

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“O objetivo do GAAT e do Bazar do Bem é fazer uma ponte entre corações generosos e entidades que precisem de apoio. Aqui na cidade de Várzea Grande, existem inúmeros projetos já em andamento, eficientes e que atendem às realidades locais de cada bairro. Precisávamos apoiar e dar suporte a eles. Trabalhamos na busca de parceiros para doações e em busca de associações, coletivos e entidades do terceiro setor que já existem aqui em Várzea Grande e precisam de apoio”, pontuou a primeira-dama, Kika Dorilêo Baracat, sobre o propósito do Gabinete de Apoio às Ações Transformadoras (GAAT) e do Bazar do Bem.

A terceira edição do Bazar do Bem promete ser um evento de destaque, um testemunho do espírito generoso e compassivo de Várzea Grande. “Esta é uma oportunidade única de fazer a diferença na vida daqueles que mais precisam e de mostrar que a comunidade está unida para criar um impacto positivo e duradouro na vida do próximo”, completou.

A primeira edição do Bazar do Bem em 2021, arrecadou R$ 97,1 mil que foram destinados ao Lar dos Idosos São Vicente de Paulo. Já a segunda edição que beneficiou a Lírios – Liga de Reestruturação das Irmãs Ofendidas no seu Sentimento que acolhe mulheres e meninas vítimas de violência e que recebeu R$ 103,2 mil.

Os recursos vieram da comercialização dos produtos nos dias de evento e que são frutos de doações tanto de pertences novos e usados.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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