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Audi inclui e-tron S Sportback no programa de carros por assinatura

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Audi e-tron é o modelo 100% elétrico da marca alemã que passa a ser oferecido por assinatura no Brasil
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Audi e-tron é o modelo 100% elétrico da marca alemã que passa a ser oferecido por assinatura no Brasil

A Audi lança a nova fase do programa de carros por assinatura ‘Audi Luxury Signature’ que conta agora o novo modelo 100% elétrico e-tron S Sportback além dos já conhecidos no pacote A4, Q7, e-tron e e-tron Sportback.

De acordo com a marca alemã, os valores para assinatura partem de R$ 8.285 por mês em planos de 24 meses; além dessa novidade, o programa também ganha expansão territorial e está disponível em 27 cidades, com ajuda de 34 pontos de venda.

O plano por assinatura está disponível para as concessionárias credenciadas presentes nos estados de São Paulo, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

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O programa de assinatura ‘Audi Luxury Signature’ ainda oferece planos que possuem duração de 18 ou 24 meses e contemplam até 1.500 km para rodar por mês, seguro, IPVA, licenciamento, assistência 24 horas e manutenção preventiva, além de blindagem disponível com custo adicional. O projeto é desenvolvido em parceria com a Fleet Solutions, empresa do Grupo Volkswagen.

Os valores de assinatura partem de R$ 8.285 para o Audi A4 Sedan , R$ 15.330 para o Audi e-tron , R$ 15.795 para o Audi Q7 , R$ 16.345 para o Audi e-tron Sportback , R$ 18.245 para o Q8 e R$ 21.100 para o Audi e-tron S Sportback.

Fonte: IG CARROS

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Conheça a história da Chevrolet Caravan

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Chevrolet Caravan: teve versão esportiva logo nos primeiros anos de produção, em meados doa anos 70
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Chevrolet Caravan: teve versão esportiva logo nos primeiros anos de produção, em meados doa anos 70

Baseado no Chevrolet Opala, a Caravan também se tornou um dos grandes sucessos da General Motors Corporation . Na Europa, a perua foi fabricada pela alemã Opel como Rekord Caravan, nas versões de duas e quatro portas.

O ano era 1966 quando as primeiras unidades começaram a ser entregues aos proprietários. Denominado de Rekord C , tanto a configuração sedã (duas e quatro portas) quanto a perua substituíam o modelo B de 1965 de 1,9 litro, de quatro cilindros, utilizado mais tarde no esportivo  Opel GT.

Aliás, a série C é bem popular no Brasil. Por aqui, o Opala foi lançado pela General Motors em 1968, durante uma apresentação feita no VI Salão do Automóvel de São Paulo.

O sucesso foi tanto que logo nos primeiros anos, o carro já era o mais novo sonho de consumo do brasileiro . Até o final de sua produção em 1992, foram vendidas mais de um milhão de exemplares.

A durabilidade de seus componentes mecânicos, o conforto e a inconfundível e elegante carroceria fizeram da linha Opala um dos veículos mais cobiçados até os dias atuais.

Propaganda da dupla Opala e Caravan modelos mais sofisticados que a GM podia oferecer no Brasil
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Propaganda da dupla Opala e Caravan modelos mais sofisticados que a GM podia oferecer no Brasil

Para o ano de 1975, surgia a maior revolução da linha Opala/Caravan coincidindo com os 50 anos da GM. A nova linha recebia uma nova frente e traseira, de estilo mais atualizado, capô com vincos acentuados, setas localizadas agora nas extremidades dos para-lamas dianteiros, nova grade, e lanternas redondas duplas, de estilo semelhante as do esportivo  Corvette.

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Junto com o Opala , a sua variante perua  também estreava a linha 1975. Denominada de Caravan , a perua só tinha a opção de três portas ao contrário da Opel Rekord Caravan , além dos motores de quatro e seis cilindros.

Assim como o Opala , a Caravan era idêntica aos seus precursores Opel Rekord, com exceção das quatro portas neste último, é claro. Para-choques, grade e adereços também eram diferentes.

A Chevrolet Caravan , assim como o Opala, eram oferecidos em duas versões, a de 2,5 litros e a de 4,1 litros, Standard e Comodoro, respectivamente.

Por fora, o desenho era bastante harmonioso. Atrás, as lanternas traseiras eram as mesmas do Opala e a placa de licença era posicionada no para-choque, causando uma linha mais limpa na tampa traseira.

De tão esquecida, chega a ser difícil encontrar conteúdo sobre a Chevrolet Caravan Silverstar na internet
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De tão esquecida, chega a ser difícil encontrar conteúdo sobre a Chevrolet Caravan Silverstar na internet

O espaço para bagagens era o ponto forte da Caravan , comportava bons 380 litros. Em 1977, tanto o Opala quanto a Caravan , na versão Comodoro contava com o motor de quatro cilindros, além da opção do antigo de seis cilindros, oferecido opcionalmente.

Três anos após o lançamento da Caravan , a GM completava 500 mil unidades produzidas, a linha Comodoro 78 passava a contar com o interior monocromático nas opções de cores, marrom, preta e vinho.

Além do aconchegante interior, o painel ficou mais requintado , contando com um conta-giros, dois pares de faróis de neblina (um posicionado na grade e o outro embaixo do para-choque) e um relógio analógico.

A vitaminada versão SS contava com o motor 250-S de 148 cv , alimentado por um carburador de corpo duplo. Esteticamente, a SS era diferenciada pelas rodas de seis polegadas, faixa preta decorativa nas laterais e no capô, faróis auxiliares e espelhos retrovisores esportivos pintados na cor do veículo.

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Linha 1980 recebia um desenho mais limpo e harmônico

Precisava de espaço para as malas? Queria viajar? Nada superava a Caravan nesses quesitos
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Precisava de espaço para as malas? Queria viajar? Nada superava a Caravan nesses quesitos

Para 1980, a linha Opala ganhava uma reestilização. Na perua Caravan , a grande modificação era notada pelas lanternas de formato trapezoidal. A frente recebia faróis retangulares, grade mais atual e limpa, além de um capô mais acentuado.

Os para-choques, por sua vez, tornavam-se maiores e ganhavam uma faixa de borracha, sendo que na versão SS estes eram pintados na cor da carroceria. Em outras palavras, um carro mais atual. No mesmo ano, a GM disponibilizava a versão topo de linha Diplomata que contava com um acabamento mais primoroso e rodas de alumínio de série.

Em 1985, a linha contava com algumas mudanças, desta vez mais sutis. No conjunto mecânico não houveram alterações. No ano seguinte, a Caravan Diplomata recebia a opção de pintura de dois tons, a saia e blusa e algumas alterações irrelevantes.

Novas mudanças só viriam na linha 1988. Os faróis e grade criavam uma linha mais harmônica ao conjunto. A versão SL estreava na linha como modelo de entrada e, além dela, havia a Comodoro SL/E e a luxuosa Diplomata SE que contavam com saídas do ar condicionado no túnel traseiro, ajuste de coluna de direção, alarme sonoro dos faróis ligados, trio elétrico, temporizador do facho dos faróis, entre outros mimos.

Chevrolet Caravan tem bom espaço interno, principalmente no porta-malas, como uma boa perua
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Chevrolet Caravan tem bom espaço interno, principalmente no porta-malas, como uma boa perua

Internamente, o painel era o mesmo das linhas anteriores. Apenas o volante, novos grafismos, e padronagem dos tecidos compunham a nova linha.

Em 1991, a Caravan recebia uma nova cara, considerada por muitos aficionados como a melhor série de todos os tempos de produção. Para-choques envolventes e janelas sem quebra-vento, rodas de aro 15 com pneus 195/65. No conjunto mecânico, os freios a disco nas quatro rodas e direção hidráulica (ZF Servotronic) passavam a contar como um item de série na Diplomata SE

Com um sucesso acompanhado do Opala , a Caravan se despedia da sua linha de montagem em São José dos Campos (SP) em 1992, mais precisamente no dia 16 de abril de 1992, sendo que a última delas, foi uma Caravan ambulância.

Fonte: IG CARROS

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