Aparelhos dobraveis
Os aparelhos tecnológicos vêm passando por mudanças constantes com o passar do tempo e sempre com o intuito de facilitar a vida do usuário, ou não, dependendo do ponto de vista. E agora vem ocorrendo mais uma mudança que pode agradar a muitos, os aparelhos dobráveis.
Para se ter uma idéia básica sobre o tipo de tecnologia envolvida nesse projeto é legal saber que a principal influencia são os transistores orgânicos, cujo maior obstáculo para que se pudessem criar aparelhos dobráveis era a instabilidade desses transistores em mudanças de ambientes, a diferença de temperatura de certos locais tem sido um grande problema para a tecnologia orgânica, cujos componentes são feitos basicamente de plástico. Agora o Instituto Tecnológico da Geórgia, EUA, combinaram os transistores orgânicos com uma porta isolante de duas camadas fazendo o transistor trabalhar com melhor estabilidade e desempenho.
No evento Nokia World 2011 que ocorreu em Londres, foi apresentado o protótipo de um celular que vai evitar que a tela fique com marcas de dedos, o celular feito de plástico e fácil de usar obedece aos diferentes comandos conforme o usuário torce a tela.
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Por exemplo, em um aplicativo de musica é só dobrar as pontas do celular para trás que ele começa a tocar musica, o mesmo movimento acontece caso você queira dar zoom em alguma imagem. Porem, embora esse aparelho seja visto como algo inovador resta saber se o usuário saberá se adaptar aos inúmeros comandos que um smatphone exige.
Outro aparelho dobrável que não deve demorar muito para chegar ao mercado é o Leaf Grip Remote Controller desenvolvido pela companhia japonesa de tecnologia Murata, que dispensa o uso de botões e pilhas.

Masamichi Andoh, chefe de pesquisas da Murata explica O controle remoto é feito usando um filme piezoeletrônico de poliéster especial. Ele detecta movimentos como dobras ou torções, produzindo eletricidade como resposta e que através de uma célula foto elétrica, a eletricidade produzida é reunida e armazenada por um capacitor de duas camadas fazendo com que o próprio controle produza a energia necessária para mudar o canal ou alterar a intensidade do volume.
















































